18 dezembro 2014

RIO FRACO

indigente, à beira do último suspiro,
questiona-se sobre a quem deixar
O QUE NÃO TEM
:
"e agora
quem me herda"

?


Platero
(h)ortografias

17 dezembro 2014

ARQUIVADO!

Quase 30 alunos com reforço alimentar durante férias de Natal | O município decidiu manter em funcionamento duas cantinas

Quase 30 alunos do 1.º ciclo do concelho de Évora com carências alimentares estão a receber reforço alimentar, durante a pausa lectiva do Natal, através de cantinas e instituições da cidade, revelou hoje fonte do município.

A fonte da Câmara de Évora explicou à agência Lusa que a medida resultou de um levantamento das crianças com carências alimentares, feito pela autarquia junto dos agrupamentos de escola do concelho.

Este ano, explicou a fonte, o município decidiu manter em funcionamento duas cantinas e interceder junto de parceiros para que as crianças continuem a receber, durante as férias de Natal, o reforço alimentar que já é dado ao longo do período escolar.

O Agrupamento N.º 2, com sede na Escola Secundária Gabriel Pereira, não identificou alunos com carências alimentares, mas o mesmo não se passou com os outros três agrupamentos de escolas do concelho.

No Agrupamento N.º 1, com base na Escola Básica Manuel Ferreira Patrício, dos 29 alunos detectados, 12 estão a receber reforço alimentar, através de uma cantina escolar.

Seis alunos foram sinalizados no Agrupamento N.º 3, cuja sede é a escola Severim de Faria, estando já a receber cabazes alimentares na cantina social da Delegação de Évora da Cruz Vermelha Portuguesa.

No caso do Agrupamento N.º 4, com sede na Escola Secundária André de Gouveia, foram identificados nove alunos com carências, que vão começar, ainda esta semana, a receber o reforço alimentar na cantina da Escola EB1 de São Mamede.

(Notícia I/Lusa)

Incêndio em casa no Centro Histórico desaloja casal de idosos


(Foto Diário do Sul)
Um casal de idosos ficou hoje desalojado devido a um incêndio na sua habitação, situada no centro histórico de Évora, que terá tido origem numa salamandra, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora explicou que os bombeiros receberam o alerta para o fogo urbano, numa moradia na Rua das Fontes, no centro histórico da cidade, às 12:37.

O incêndio foi dominado às 13:21 e considerado extinto às 14:15, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros de Évora, Rogério Santos.

A "intervenção atempada" dos bombeiros impediu que "as chamas alastrassem aos edifícios adjacentes", mas a habitação onde o fogo eclodiu "ardeu na totalidade", acrescentou a fonte do CDOS.

Segundo o CDOS, o fogo na moradia, constituída por rés-do-chão, 1.º andar e águas-furtadas, terá sido provocado "por uma salamandra que se encontrava acesa".

(notícia Lusa)

A visita do Presidente

Henricartoon, por Henrique Monteiro

Grupo Caminheiros de Évora organiza caminhada na Serra da Estrela


(clique sobre a imagem para ampliar)

O GCE vai iniciar as suas actividades para 2015 com uma caminhada na Serra da Estrela, nos dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro.

Inscrições devem ser feitas na Agência RSI (Rainha Santa Isabel) até dia 31/12 de 2014, e o pagamento deve ser efectuado na agência até dia 15 de Janeiro.

Concentração às 05:45 no Rossio de S. Brás do dia 31 Janeiro.
Partida às 06:00 em direcção a Belmonte

PARA TER A CERTEZA

de que
reparamos nele

o piriliampo
não arrisca

para além
de se auto-acender

- mesmo voando
pisca

Platero
(h)ortografias

16 dezembro 2014

Concerto de Natal 2014
Teatro Garcia de Resende, 22 de Dezembro, 21:30

ART CAFÉ | INATEL Évora

Pinto da Costa na prisão de Évora...

... veio visitar José Sócrates porque não alinha "em palhaçada nem na devassa da vida privada".

Assembleia Municipal de Évora aprovou o seu novo Regimento

A Assembleia Municipal de Évora deu continuidade à sessão de 28 novembro, que havia sido adiada para o dia 12 de dezembro, devido à significativa quantidade e natureza de assuntos para deliberação. Do conjunto de pontos tratados, destaca-se a aprovação, por unanimidade, da proposta de Regimento da Assembleia Municipal de Évora, onde foram introduzidas diversas melhorias em relação ao documento inicial, nomeadamente no domínio das competências de apreciação, fiscalização e funcionamento desta.

O Presidente da Assembleia, António Jara, salientou, entre as alterações aprovadas, o uso da palavra pelo público. Assim, em cada sessão ordinária e extraordinária, o Presidente fixa um período de intervenção, aberto ao público presente, de 45 minutos, que terá lugar em dois momentos: o primeiro, de 15 minutos, no início da sessão; o segundo, de 30 minutos, terá lugar após o encerramento da ordem do dia. Este período poderá ser prolongado, nos dois momentos.

A apreciação das petições (ou relatórios relativos às petições) subscritas por um mínimo de 150 cidadãos eleitores, recenseados no município, é obrigatoriamente inscrita na «Ordem do Dia» de uma sessão ordinária da Assembleia Municipal, durante a qual os primeiros subscritores das mesmas podem usar da palavra. 

Foram aprovadas as Opções do Plano e Orçamento para 2015, após um amplo debate, com 16 votos favoráveis (CDU), 5 abstenções (3 do PSD, 1 do BE e 1do PS); e 12 votos contra (PS).

O Parecer apresentado pela Câmara contra o Projeto de Criação do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo (SMAASLVT) foi aprovado com 17 votos a favor (15 da CDU, 1 do BE e 1 do PS) e 14 votos contra (11 do PS e 3 do PSD). Recorde-se que este parecer, já aprovado em reunião pública de Câmara, responde ao ofício, datado de 23 de outubro, do Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, propondo a inclusão de Évora no referido Sistema. O Município de Évora decidiu que rejeita o processo que levou à apresentação da presente proposta de Decreto-Lei, desenvolvido no desrespeito e à revelia das atribuições e competências do Poder Local; manifesta o seu parecer negativo e, em consequência, a sua total recusa em aderir e integrar o proposto Sistema, por considerá-lo prejudicial para os interesses das populações.

Contrariamente à proposta da integração no SMAASLVT, o Município de Évora defende que uma agregação deveria garantir os seguintes princípios: manter o centro de decisão desta determinante na área pública e o sector económico na região e sob a égide dos municípios integrantes; e contribuir para a coesão territorial e socioeconómica do Alentejo, quer pelo território abrangido, quer pela construção de uma empresa regional estratégica e de dimensão estruturante, assente numa parceria pública, à semelhança do que já acontece com alguns municípios vizinhos.

Mereceram aprovação unânime a Autorização para abertura de procedimento concursal para internalizar, na Câmara, um trabalhador da extinta empesa Mercado Municipal de Évora; a proposta de Regulamento Municipal para a atividade de comércio a retalho não sedentário, exercida por feirantes e vendedores ambulantes; a Alteração aos artigos 6º e 8º do Regulamento da Comissão Municipal de Economia e Turismo de Évora; a Alteração, por adaptação, do Plano Diretor Municipal de Évora (PDME), por via da aprovação do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios (PMDFCI 2014-2018) para o Município de Évora; e as Orientações Estratégicas da Câmara Municipal para o mandato da gerência plural da Habévora.

A Assembleia tomou ainda conhecimento da informação do Presidente da Câmara Municipal acerca das atividades e da situação financeira do município, relativas aos meses de setembro e outubro de 2014, tendo o Presidente Carlos Pinto de Sá feito o destaque de algumas questões e respondido às diversas perguntas colocadas pelos membros da Assembleia.

(Informação CME)

Um país a saque...

FLAGRANTE É A BRASLEIRA

veste t-shirt
tão short
que embasbaca
a Rua inteira

sugestiva
e atrevida

vai para a RUA
mais nua

com esta t-short sua
- que só de vesti-la sua

do que se fosse
despida

Platero
(h)ortografias

Herói!

            O herói foi quase sempre um suicida entusiasta…

            Alguns países necessitam de heróis como de pão para a boca dos seus habitantes. E estes acabam sempre por surgir quando menos se espera, quer por motu próprio, quer por imperativo de Estado. Este último tipo de herói é uma espécie de delegado de confiança da Nação, incumbido pelo Estado de impedir a expansão de angústias e depressões colectivas que se avizinham, mostrando as suas garras excepcionais, prontas para amedrontar a realidade, demonstrando a todos que se pode vencer a adversidade e domesticar, pela valentia, o que a todos aterroriza e abate. 

            O herói espontâneo reside no passado histórico e está inelutavelmente petrificado, mumificado num corredor de museu, catalogado numa colecção de biblioteca pública.

            O herói dos nossos dias surge um pouco ao acaso das conveniências do Poder económico e do Poder político, das necessidades de crescimento de audição/vendas de títulos dos meios de comunicação social, dos supostos estados de psiconeurose experimentados pela multidão dos consumidores. Se o herói do passado alvoraçava o mecanismo da normalidade balofa, obrigando esta a chamuscar-se com a visão do sol das “grandes acções” ditadas pelos “grandes ideais”; o herói de hoje, não passa de um ensaio “robotizado” a espreitar a acção através de série infinita de truques, de prestidigitações circenses (1).

            Houve um tempo (desde a antiguidade clássica) em que a figura tradicional do herói estava exclusivamente ligada à guerra. Isto é, a guerra era a única fábrica onde se poderiam produzir heróis em série… Da mitologia grega até à II guerra mundial, viveram-se períodos longos em que o herói povoou a História com exageros e abundância, fazendo parecer pequeninas e banais todas as outras existências, ainda que pacificamente heroicas. Porém, um dia, quando menos se esperava, o herói desertou dos campos de batalha.

            Aos poucos começou a invadir a sociedade civil e o seu número a aumentar, diversificando as modalidades em que se entretinha. Com excepção dos bombeiros e pouco mais, a sua actual vulgaridade acaba por o denegrir, desenhando-o segundo as modas e apetites de veneração das massas.

            Os heróis antigos correspondiam a um aspecto da paisagem interior da condição humana, depurada da mesquinhez e dos egoísmos multifacetados e, por isso, transfigurada numa perspectiva única, luminosa e sóbria. O herói antigo correspondia a um momento único de tal ou tal vida, e não estava munido dos aprestos sofisticados que o beneficiassem face às multidões. O herói antigo (suicida ou não) era uma espécie de pedra de amolar onde se afiavam os ideais ao serviço da sociedade.

            A produção dos heróis modernos não dispensa o serviço dos media. Numa sociedade assente na aparência, cuja expressão mais simples se pode encontrar na indústria do cosmético, da maquilhagem, o herói moderno afirma-se pela imitação fotogénica e gasta-se uma existência sem causas, conservando apenas algumas exterioridades “exóticas”, como papel de embrulho, do herói antigo.

            O herói de recorte antigo ainda surge aqui e ali, mas a sua existência é fugaz. Ninguém parece querer espelhar-se num herói de perfil clássico, porque raros querem sentir a inquietude. O herói de antigo perfil está, portanto, condenado a desaparecer. A sociedade quer heróis consoladores, cuja vida real seja ficção e a vida privada uma fantasia publicitada. A sociedade actual quer um herói de desenho animado, pretende assistir a um “show” embutido num cenário onde o figurão dê umas fantasiadas cambalhotas sobre todas as dúvidas reais da vida. Na verdade, a sociedade actual não tolera o herói marcado pelas rugas da preocupação e da coerência. As multidões parecem só seguir atrás de uma “toilette”, de um “décor” que faça de conta!

            O tempo dos heróis com perfil completo (porque em perseguição de um ideal) agoniza, dando nascimento a uma época de festividades contínuas, onde a vida é desarticulada e profanada, em obediência a um ritual de posses e atitudes previstas pelos promotores de sonhos obedientes… Neste ambiente, se porventura surge um herói de recorte antigo, a cegueira da maioria não o consegue descortinar, reconhecer… -  É necessário ser “iniciado” no “braille” da História para conseguir identificar, nas suas componentes mental e física, um herói verdadeiro!

            A sociedade de consumo levou a multidão a desembocar numa fantasia da vida, e não tolera que a realidade perfure o seu cenário, o seu design, o seu system star! O herói de hoje é uma sedutora cabeça de cartaz numa atmosfera soft!

------------------------

(1) – O lema da generalidade das corporações de bombeiros, «vida por vida», só por si, poderia dar origem a um ensaio sobre a concepção da técnica do socorro suicidário, niilista: «vida por vida»! De resto, lema aparentado à estrofe do hino nacional «contra os canhões, marchar, marchar» … Isto é, num e noutro caso caminha-se para a morte certa. No caso dos bombeiros, troca-se a morte quase certa de uma vida com a ideia de salvar outra vida, o que é sempre muito hipotético e circunstancial… No que se refere ao hino nacional, não há pretexto que nos salve de um suicídio em massa, dado que assim, sem mais nem menos, «contra os canhões, marchar», de “peito feito”, é procurar a morte sem margem para dúvidas e… a troco de nada!

15 dezembro 2014

Cinema: ELA ESTÁ DE PARTIDA
Auditório Soror Mariana | 17 Dezembro | 18:00 e 21:30

Em reunião pública extraordinária de 10 de dezembro
Câmara de Évora recusa pertencer ao sistema de abastecimento de água de Lisboa e Vale do Tejo

O Executivo Municipal aprovou o parecer apresentado pelo Presidente Carlos Pinto de Sá sobre o Projeto de Criação do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo (SMAASLVT), no qual recusa pertencer ao novo sistema por considerá-lo prejudicial para os interesses das populações. A proposta obteve três votos favoráveis (CDU), duas abstenções (PS) e um voto contra (PSD). As três forças políticas fizeram declarações de voto onde explicam as suas decisões.

Este parecer responde ao ofício, datado de 23 de outubro, do Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia propondo a inclusão de Évora no novo Sistema, tendo o Município de Évora decidido que rejeita o processo que levou à apresentação da presente proposta de Decreto-Lei, desenvolvido no desrespeito e à revelia das atribuições e competências do Poder Local; e manifesta o seu parecer negativo e, em consequência, a sua total recusa em aderir e integrar o proposto Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento de Lisboa e Vale do Tejo.

Reitera também a posição de sair do Sistema Multimunicipal da Aguas do Centro Alentejo (AdCA) e, enquanto tal não se verificar, exige a concretização das medidas adequadas e reclamadas pelos municípios de redução dos custos tarifários, como, por exemplo, o débito de águas da chuva nas ETARs. A este respeito, é conveniente informar que a AdCA cobra ao município pelo volume de águas pluviais nas ETAR’s como se de saneamento se tratasse, significando que a fatura do município aumenta consideravelmente em anos com altos índices de pluviosidade.

Esta posição exige que se tenha em conta o papel determinante dos municípios no processo de reestruturação do setor da água. Considerando o carácter vinculativo deste parecer e a grande probabilidade de vir a ser ignorado pelo governo, o Município está determinado em desenvolver todas as ações ao seu alcance, no plano institucional, político e judicial, para impedir a concretização da presente proposta de Decreto-Lei, na defesa intransigente das populações de Évora e do Alentejo, do serviço público de água e saneamento e da autonomia do Poder Local.

Contrariamente à proposta da integração no SMAASLVT, o Município de Évora defende que uma agregação deveria garantir os seguintes princípios manter o centro de decisão desta determinante área pública e sector económico na região e sob a égide dos municípios integrantes; e contribuir para a coesão territorial e socioeconómica do Alentejo quer pelo território abrangido quer pela construção de uma empresa regional estratégica e de dimensão estruturante assente numa parceria pública à semelhança do que já acontece com alguns municípios vizinhos.

(Informação CME)

CANTATA DE INVERNO

;
para aquecer a casa
e enxugar
uma encharcada
camisola de lã

acendo o lume
logo pela manhã

o frio é tanto
que congela
as próprias
labaredas

e c´oa breca
:
nem a congelada casa
aquece

nem o raio
da camisola seca


Platero
(h)ortografias

Festival de Solidariedade Social da Escola de Artes

14 dezembro 2014

ENGENHARIA GENÉTICA FINANCEIRA

para UNS – cromossomas

para OUTROS – cromoSUBTRAÇÕES

Platero
(h)ortografias

Bonecos de Santo Aleixo na Biblioteca Pública de Évora
De 15 a 20 de Dezembro

Depois de uma passagem pelo concelho de Arraiolos, o Cendrev apresenta, mais uma vez na Biblioteca Pública da cidade, os Bonecos de Santo Aleixo. Os espectáculos decorrem de 15 a 20 de Dezembro, de segunda a sábado, sempre às 18:30 horas. Do reportório a apresentar destacamos o “Auto do Nascimento do Menino Jesus” e o “Passo do Barbeiro”, estas peças integram o reportório tradicional, transmitido à “família” de bonecreiros do Cendrev pelo Mestre António Talhinhas que com eles trabalhou durante mais de quarenta anos.

Michel Giacometti referia-se aos bonecos nos seguintes termos: “Os Bonecos de Santo Aleixo pertencem a um tipo que é antepassado de toda a espécie, se bem que as actuais figuras de pau não sejam senão a cópia, datando apenas de 1940, dos modelos originais de que se conservam os caracteres arcaicos até na movimentação executada quase exclusivamente por meio de um varão. Na verdade, nada se conhece comparável a este espectáculo, pelo menos na Europa Ocidental, onde as famosíssimas marionetas que sobrevivem na Bélgica e na Sicília não possuem a tal ponto estas qualidades de rigor e fantasia na expressão, nem tão pouco esta virtude rara de salutar agressividade.”

As práticas artísticas continuadas e consequentes são determinantes para o desenvolvimento cultural dos povos e, se essas práticas enquadrarem também matrizes da nossa própria identidade, os processos de trabalho ganham, seguramente, sentidos redobrados uma vez que se preserva a memória colectiva, ou seja, o nosso património cultural.

As marionetas ocupam mais uma vez lugar de destaque no meio dos livros, esta acção é uma parceria entre o Cendrev e a Biblioteca e conta com o apoio do INALENTEJO, no âmbito do projecto Bonecos de Santo Aleixo – Um Património a Preservar.

O PASSAPORTEATRO, na versão estudante e também na versão assinatura, é válido para estes espectáculos. As reservas podem ser feitas através do telefone 266 703 112 e têm de ser levantadas uma hora antes de cada sessão, os bilhetes podem ser adquiridos no Teatro Garcia de Resende ou na Biblioteca Pública.

Imagine


13 dezembro 2014

CONDOMÍNIO FECHADO

122 pessoas habitam um espaço que consideram exclusivamente seu
um cercado
entram às horas e no estado que lhes apetece
sóbrios - mas frequentemente bêbedos
a vomitar nas escadas ou no elevador

ante este desatino
quem chega de fora pensa
:
entrei num SENDOMÍNIO


Platero
(h)ortografias

«O Povo é quem mais ordena»?

            Os homens são todos iguais e a terra é de todos, bem como os meios de ascender à fartura, ao saber e à dignidade. Tudo quanto conduza o Homem à libertação, deve patentear-se a todos, independentemente de todas as sarrafuscas religiosas e ideológicas do passado, entretanto arrumadas nos arquivos e nas bibliotecas.

            Eis, pois, a verdade simples que é preciso anunciar… - O que está em Portugal é do Povo português e, portanto, ninguém pode negociar ou penhorar (governos, classes sociais ou indivíduos) o que é do colectivo, o que é de todos, às vezes com séculos de existência!

            É preciso referendar o Povo, perguntando-lhe se autoriza tal ou tal almoeda, tal ou tal descaminho do património! – Esta é a única verdade consoladora que, vinda de muito longe, do passado democrático da Grécia clássica, urge lembrar no tempo presente.

            Reparem nisto, as decisões realmente importantes não são decididas em função de referendos aos cidadãos, mas sim arbitrariamente, pelos Governos e pelos seus utilizadores temporários.

            Pedem dinheiro emprestado ao prestamista estrangeiro (desapiedado e sem rosto) a juros altos, mas nada nos perguntam! Vão vender a PT, mas não nos perguntam! Pretendem vender a TAP, mas nada de nos pedirem autorização! Venderam os CTT, mas não solicitaram a nossa autorização! Privatizaram o bem público que é a água, sem nos consultarem! O actual Governo e seus locatários “diplomados”, numa acção de verdadeiros proxenetas “oficializados”, concedem vistos de estadia especiais aos estrangeiros endinheirados (enriquecidos sabe-se lá como, quando e onde!), desde que estes por eles ofereçam milhares e milhares de euros, mas não nos perguntam nada sobre a “figura jurídica” e ética de tal decisão!

            Esta demonstração desconsoladora de arbitrariedades em série, já a utilizou Afonso Henriques, bem como os nove reis da dinastia de Borgonha, tal como a vieram a utilizar outros tantos monarcas da dinastia de Avis, os três Habsburgos espanhóis que nos tutelaram, os treze reis da dinastia de Bragança, os do regime absoluto e os do regime liberal. Este uso da arbitrariedade e do autoritarismo (esse estrume seco!) foi praticado pela primeira República, que sempre olhou para os cidadãos com um descarado cepticismo. Com a restauração da Democracia em Abril de 1974, os partidos políticos da nomenclatura e os sucessivos governantes devem ter pensado comodamente que é sábio tranquilla non movere! - Isto é, deixar a dormir o que a dormir está, porque o “verdadeiro” estadista não levanta problemas! …

            Esta unanimidade no “esquecimento” do uso do referendo, por parte dos de “cima” (conscientemente), e por parte dos de baixo (inconscientemente) conduziu-nos ao “estado de coisas” actual: - As verdadeiras e sérias decisões que se traduzem na possibilidade futura do País e da sua sobrevivência como espaço de vida de um Povo, são tomadas arbitrariamente, sem qualquer tipo de consulta democrática aos cidadãos!

            A plena, dispendiosa e obscena “festança” que tem sido o uso (e abuso) do Poder central e municipal pelos partidos conservadores (PS,PSD,CDS), a utilização dos fundos públicos em proveito próprio e a quantidade de casos de polícia acontecido ao mais alto nível, demonstram que a Democracia portuguesa está a ser roída, desde a base ao topo, pelos minúsculos, pelos pitorescos, pelos “primos” e pelos compadres, organizados em associações bem cimentadas na canalhice, persistentes no “segredo” entre crápulas, teimosas até pouca-vergonha!

            «O Povo é quem mais ordena»? Onde? Desde quando?

            – O que se pretende é a reintegração da Democracia na busca da inteligência e da activa consciência patriótica! É urgente acabar com esta palhaçada que nos está a sair muito cara! 

            Não podemos passar a vida a colecionar angústias, desilusões, roubos, tragédias e demagogia! Se não nos restituem o referendo, devemos obrigar os governantes a aceitarem o seu uso para o que é importante!

12 dezembro 2014

Visita Guiada e Concerto de Natal - Boa Fé

Com quantos pontos se conta um conto?
é neste país! | 13 Dezembro 2014, pelas 11:30


Rui Melgão
--
é neste país!
Rua da Corredoura nº8, Évora
http://nestepais.wordpress.com/

SE…

"Se o mundo não estivesse dividido entre ricos e pobres, e todos pudessem obter a mesma parcela dos rendimentos globais, quanto cada pessoa receberia por mês? De acordo com pesquisadores da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse valor seria de US$ 1.480 (ou R$ 2,7 mil)."

Extensível às pensões de Reforma eu ficava a ganhar mais de 500 €
nada mau


Platero
(h)ortografias

“CENTRO HISTÓRICO DE ÉVORA: CLASSIFICAÇÃO E FUTURO”
Debate no próximo dia 16, às 21:00

No quadro das comemorações do 28º aniversário da classificação de Évora pela UNESCO como Património da Humanidade, a União de Freguesias de Évora promove um debate sobre o tema «CENTRO HISTÓRICO DE ÉVORA: CLASSIFICAÇÃO E FUTURO» que terá lugar no dia 16 de Dezembro, às 21.00 horas, no auditório da sede da União de Freguesias, na Rua das Fontes.

Nesta iniciativa, a cuja organização o Movimento de Defesa do Centro Histórico foi convidado a associar-se, participarão também a Câmara Municipal, a Direcção Regional de Cultura do Alentejo e a Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Protecção do Património (APRUPP).

Para além de uma oportuna chamada de atenção para o significado do património construído da nossa Cidade que constitui um valor económico e cultural e, sobretudo, um importantíssimo valor identitário da nossa comunidade, a organização deste debate constitui uma manifestação de apoio à salvaguarda do benefício fiscal de isenção do IMI nos centros históricos classificados como Património da Humanidade, bem como à intervenção desenvolvida pelo MDCH.

Num momento em que se impõe relançar a movimentação cívica em defesa não só desta isenção fiscal, mas também e sobretudo, em defesa do Estado de Direito, desrespeitado pela aplicação de impostos ilegais e pelo desprezo da Autoridade Tributária e do Governo perante as tomadas de posição do Parlamento da República, o MDCH convida os moradores das Freguesias do Centro Histórico de Évora a associar-se a esta manifestação, participando no debate e convidando a participar todos os interessados.

11 dezembro 2014

Câmara e empresas falam sobre acolhimento empresarial
Para a definição de uma estratégia de desenvolvimento económico em Évora


O presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, liderou uma comitiva que integrando a vice-presidente Élia Mira, o vereador João Rodrigues e vários representantes do tecido empresarial de Évora, visitou esta quinta-feira de manhã (11 de dezembro) algumas empresas com sede na área territorial da União de Freguesias da Malagueira e Hortas das Figueiras.

A realização destas 1ªs jornadas de desenvolvimento económico de Évora resulta de uma decisão da Comissão Municipal de Economia e Turismo, no prosseguimento de uma política de gestão participada também na área do desenvolvimento económico do concelho.

Para além dos autarcas eborenses, e do presidente da União das Freguesias local, José Russo, participaram nesta manhã de trabalho, representantes do Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE), Associação Comercial do Distrito de Évora (ACDE), Associação de Jovens Empresários (ANJE), Direção Regional de Economia (DRE), Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), Agência de Desenvolvimento Empresarial do Alentejo (ADRAL) e Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que aproveitaram a oportunidade para conhecer “por dentro” a realidade da Sulregas, Fundição de Évora e Decsis.

Depois da visita a estas três empresas instaladas no PITE, teve lugar na sede da Junta de Freguesia da Horta das Figueiras, uma reunião muito participada que pretendeu identificar, por um lado, pontos de constrangimento, por outro dinâmicas e oportunidades ao desenvolvimento.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Évora, “com esta iniciativa pretendeu-se aprofundar o conhecimento sobre a realidade empresarial do território, visando definir ações de âmbito municipal ou supramunicipal que permitam ou contribuam para ultrapassar as dificuldades sentidas pelo tecido empresarial.”

Depois da experiência desta jornada piloto, o presidente da edilidade comprometeu-se com a realização de próximas edições destas jornadas de desenvolvimento económico, já nos primeiros meses de 2015, noutros locais do concelho.

(Informação CME)

“A Árvore que Paria Meninos”, de Marco Taylor
Biblioteca Pública, 13 Dezembro, pelas 16h30

Nem o Banco de Portugal acredita nas actuais estatísticas do desemprego

Lançamento do Livro "Talento no Alentejo"
Hoje, na Casa do Alentejo em Lisboa, às 18h30

(Para ampliar clique sobre a imagem)

SORRI

anglofonia e a razão de sermos macambúzios

talvez por isso confundamos SORRI
com
SORRY


Platero
(h)ortografias

Apresentação do livro "Sabores com Histórias", de Maria de Lourdes Modesto | Palácio D. Manuel, 13 Dezembro, 16:00

10 dezembro 2014

Conta-me estórias da carochinha…

Professor Galopim de Carvalho homenageado na Escola do Bacelo

Fofos, não são?

Segundo a lógica do Ministro da Economia, ele tem de privatizar a TAP, pois o Estado está proibido de injectar capital na empresa pública e só os investidores privados poderão garantir o futuro da empresa.
Porém, no caso dos bancos privados, como o ex-BES, a lógica inverte-se e o Governo diz-nos que, afinal, tem de injectar dinheiro nos bancos, pois os investidores privados não conseguem garantir o futuro dessas empresas.

10 dezembro, 2014 11:00

QUASE AUTO-RETRATO

:
obsoleto OBJETO
ABJETO


Platero
(h)ortografias

O evangelista Lucas
e o estalajadeiro de Belém

(conto de Natal)

©Joaquim Palminha Silva

«E, quando eles ali se encontravam,
completaram-se os dias de ela dar à luz e
teve o seu filho primogénito, que envolveu em
panos e recostou numa manjedoura,
por não haver lugar para eles na hospedaria.
»

- in Evangelho segundo S. Lucas, 2-6, edição Difusora Bíblica, 1999.


            Esta história aconteceu cerca dos anos 80-90 da nossa era e, dizem os entendidos em história do cristianismo, que Lucas, o evangelista, ainda assistiu ao cerco e destruição de Jerusalém pelos romanos…

            Entretanto, saiba-se que Lucas percorreu parte da Palestina para recolher informações, detalhadas se possível, sobre o nascimento, vida e morte de Jesus Cristo. Na ordem das suas prioridades uma das primeiras etapas foi a cidade de Belém, escolhida com o objetivo de se alojar na única estalagem que havia na cidade e que, segundo os seus cálculos, era o mesmo mísero recolhimento do tempo de Jesus Cristo.

            Por acaso (ou talvez não!), Lucas teve sorte, pois a estalagem era a mesma e o antigo estalajadeiro que havia atendido José e Maria era o mesmo. Estava muito velho, muito triste porque não viva quase nada e sabia próxima a morte. Quando Lucas lhe contou a razão da sua viagem, e o porquê de ter procurado a sai estalagem, o muito velho e doente estalajadeiro fez questão em lhe declarar o seguinte:

            «- Agora que o vosso profeta morreu e ressuscitou; agora que, segundo me dizem, houve muitos milagres; agora que todos falam dele e de sua Mãe e dos seus Apóstolos, é fácil condenar o gesto daquele que teve de recusar hospitalidade ao pobre casal naquela distante noite de um frio Dezembro. Meu caro viajante, eu não sou nem vidente prendado por Deus nem vulgar adivinho. Pelo que não podia saber quem fosse aquele velho de mãos calosas de artífice e aquela jovem mulher, que me pediam um quarto para pernoitar e, ainda muito menos, que a jovem era a futura Mãe daquele a quem chamais o Filho de Deus.

            Mas atente bem no que lhe digo, mesmo que tivesse adivinhado a identidade presente e futura do casal, era impossível servi-los porque a minha casa, como já deve ter visto, tem poucos compartimentos e naqueles dias tumultuosos, por causa do recenseamento, estavam todos mais que repletos de gente vinda de todas as partes da Judeia. Recordo-me bem: os hóspedes eram tantos que armei camas até na cozinha, nas estrebarias e na cave. O aproveitamento de espaço foi de tal ordem que os meus três filhos dormiam com a criadagem no sótão. Eu próprio disponibilizei o meu quarto e dormi com minha mulher sobre os bancos frente à lareira. Como alguns disseram, não repeli o casal por ser de aparência miserável. A minha estalagem, como já deve ter reparado, não é procurada pelos ricos, e eu nunca deixai ir nenhum futuro hóspede embora desde houvesse lugares. A minha função é da um leito para dormir e lugar à mesa para comer um pedaço de pão, mas quando a estalagem está cheio de nem um ovo, eu não posso fazer de mim mesmo colchão e mesa.

            E, já que pretende saber tudo, digo-lhe que fui eu próprio a indicar ao infeliz casal a grupa onde poderia pernoitar e onde nasceu aquele menino que deu tanto que falar… Sabe, o ancião que acompanhava a jovem ficou muito reconhecido e não parava de me agradecer… Mas as gentes não sabem ou não se recordam e, como estão sempre a pensar o pior de cada um, passaram a dizer mal de mim. É assim que vós, escrevinhadores de papiros, me fazeis passar por homem sem coração e sem piedade, pelos séculos dos séculos. Na verdade, eu fui naquela hora um estalajadeiro de pobre hospedaria que não tinha lugar nem para um gato. Mas digo-lhe mais, aquela gruta só aparentemente solitária, pois na vizinhança havia pastores e suas famílias, que alojava apenas dois inocentes animais, era mais digna de acolher uma criança do que a minha estalagem, naqueles dias atafulhada de gentalha bêbeda, ruidosa e ordinária.».

           
Foi assim que Lucas, o evangelista, conheceu parte da verdade dos factos. Porém, não escreveu isto no seu Evangelho, talvez porque não tinha como aferir, confrontar com outra fonte o que lhe narrou o estalajadeiro… É sabido que Lucas era muito escrupuloso…

09 dezembro 2014

Ciclo de Cinema: Bonifrates no Cinema Português
Auditório Soror Mariana (Évora)

O Cendrev em parceria com a Confederação e com o apoio do Cineclube/UE/SOIR promovem no Auditório Soror Mariana (Évora), quatro obras cinematográficas num Ciclo de Cinema denominado Bonifrates no Cinema Português. Ao longo de 3 dias (12, 13 e 14 de Dezembro), veremos obras singulares, algumas delas tendo aqui umas das primeiras projecções públicas, conversaremos sobre as mesmas, e sobre o que elas nos dizem das marionetas em Portugal.


Na foto: Michel Giacometti e Manuel Jaleca

Programa

12 Dezembro 2014, 6ªfeira|| 21h30
Barnum - 1986, cor, fic, 62’26 Solveig Nordlund

13 Dezembro 2014, sábado|| 21h30
Dom Roberto – 1962, pb, fic., 100’ Ernesto de Sousa

14 Dezembro 2014, domingo|| 16h00
Povo que Canta - Um instrumentista popular - 1971, pb, doc, 23’06 Alfredo Tropa
Os Bonecos de Santo Aleixo -1977, pb, doc, 103’ João Loureiro e Jorge Loureiro

O PASSAPORTEATRO, na versão estudante e também na versão assinatura, é válido para este Ciclo de Cinema. A lotação da sala é limitada, as reservas podem ser feitas através do telefone 266 703 112 e têm de ser levantadas uma hora antes de cada sessão.

CASA DA ZORRA | 11 Dezembro, 22:00

NATAL€URO

ligar um dos cinco CANAIS de T€l€visão portugu€sa é d€ contar com uma baforada
de mau-ch€iro a €URO, a €stragado, a podr€, ao caldo.v€rd€ v€lho d€ MICTÓRIO PÚBLICO
:
habilite-se a 10 mil; a 30 mil; a 100 mil €
- são s€us
para pagar contas atrasadas
liquidar as pr€stações da casa

não perca tempo - ligue já
´€ o número 700 500 250
- fácil de fixar - 700 500 250

par€ de lavar a loiça
arrumar o quarto faz€r a sua cama
p€gu€ no t€l€fon€ já
€ ligu€
não vá depois arr€p€nd€r-s€

não sei a quem/quê se destinam
as avultadas somas esportuladas deste modo

não duvido/apostaria mesmo
é que há-de haver muito salário mínimo ardido

atrás do ardil
da generosa oferta
de tantos 30 mil

É NATAL, SENHOR

€ cada v€z PIOR


Platero
(h)ortografias

Centenário da Primeira Guerra Mundial em Évora - colóquio e exposição

Por ocasião das comemorações do centenário da I Guerra Mundial (1914 - 1918) o Departamento de História (Universidade de Évora) organiza, conjuntamente com outros parceiros institucionais (ver anexos) o colóquio A Primeira Guerra Mundial e a Sociedade Portuguesa. Evocar e Conhecer, que vai decorrer na Biblioteca Pública de Évora, no próximo dia 12, das 9:30h - 16h.

Das 16h às 18h é inaugurada a exposição Ecos da Grande Guerra. Uma Exposição Partilhada sendo realizada uma visita guiada aos núcleos expositivos: Biblioteca Pública de Évora, Arquivo Distrital de Évora e Direcção do Comando de Instrução e Doutrina.

A exposição irá decorrer de 12 de Dezembro a 31 de Janeiro de 2015.

08 dezembro 2014

Concerto de Natal

ACORDO ORTOGRÁFICO

pelo NAO
ou pelo VAO
- tudo o que você escreve
é MAO

tentar mudar não custa
- vale a pena - ó se vale

desculpe a sugestão
:
por que não tentar o BRAILLE?


Platero
(h)ortografias

Qualquer semelhança com Portugal é pura coincidência...


07 dezembro 2014

Mesmo para quem não goste de Ópera, vale a pena perder 8 minutos...


À atenção das autoridades policiais e de Saúde pública.

Deambula de noite e dia uma jovem pelas arcadas completamente louca, a exigir tratamento. Ver uma situação destas é chocante: ela grita, bate com a cabeça nos vidros, deita-se na rua, é uma situação a que urge pôr cobro.
Somos uma cidade património mundial e que oferecemos aos turistas situações de horror e degradação humana.

07 DEZEMBRO, 2014 11:38

NÃO CONFUNDIR

:
MARMITA DE PAPIN - da FÍSICA

com

MARMITA DO PAPÁ - da CONSTRUÇÃO CIVIL


Platero
(h)ortografias

Hasta Siempre Comandante


06 dezembro 2014

NÃO CONFUNDIR

:
GENTE

dos ANOS SETENTA

com

dos SETENTA ANOS


Platero
(h)ortografias

05 dezembro 2014

E consegue dizer estas coisas com ar sério?

Passos Coelho, esta sexta-feira, em Braga:
«Apesar da crise, quem se lixou não foi o mexilhão (...) desta vez todos contribuíram e contribuiu mais quem tinha mais, disso não há dúvida»

Assim não admira que circulem pela internet piadas como esta:

Hoje, às 21:30, no Teatro Garcia de Resende

NATAL interrompe intervenção nas arcadas
Obras serão retomadas em Janeiro

Tendo em conta a quadra natalícia a decorrer e procurando não lesar a actividade comercial, a Câmara Municipal de Évora interrompeu a intervenção de conservação das arcadas a decorrer no primeiro troço da Rua João de Deus, sendo as obras reiniciadas em Janeiro próximo.

Recorde-se que o primeiro troço da Rua João de Deus, zona onde têm vindo a decorrer os trabalhos, corresponde, aparentemente, ao troço onde existem elementos mais antigos das arcadas, pelo que é aqui que se encontram tramos em pior estado, apresentando diversas patologias, nomeadamente destacamento da pintura nas abóbadas e nos paramentos dos pilares e fachadas, bem como rebocos em desagregação, fissuras e fracturas nas abóbadas.

A intervenção tem sido, assim, delicada e morosa, exigindo diversas acções, quer de avaliação prévia das patologias encontradas in situ, quer de execução de trabalhos de reparação de rebocos e caiações com recurso a técnicas e materiais tradicionais de construção.

Sublinhe-se que muitas das patologias encontradas decorrem de problemas de degradação quer das arcadas, dos próprios imóveis, causadas por intervenções incorrectas efectuadas ao longo dos tempos, nomeadamente aplicação de tintas plásticas e argamassas de cimento, que agora tiveram que ser removidas e substituídas por argamassas de cal a que se seguirá a fase de pintura, efectuada com cal e pigmentos naturais, respeitando o cromatismo existente em todos os imóveis, assumindo a diversidade cromática das fachadas ao nível dos socos e molduras e verticais.

Relativamente ao fresco encontrado, a intervenção programada irá ser efectuada nos primeiros meses de 2015.

Sublinhe-se, finalmente, que a avaliação e definição técnica das estratégias de intervenção nas arcadas foi delineada pele edilidade com a colaboração técnica da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e do Laboratório Hércules da Universidade de Évora.

(Informação CME)

PETIÇÃO

We call on Jimmy John’s to end their oppressive non-compete policy that prevents sandwich makers and cooks from getting jobs at any place that makes sandwiches even years after leaving the company. It’s time for Jimmy John’s to stop treating workers like property and get rid of this policy – not to mention pay a living wage.

HAJA QUEM ME TRADUZA, a ver se devo ou não subscrever a petição

do que entendi deve tratar-se de situação em que o patrão de loja de sandes e bifanas impede os empregados saídos da empresa de irem prestar serviço na concorrência

uma espécie de ZANIEL BAVA, que abandona PT/OI com um taleigada de MILHÕES
mas com o compromisso de nem passar à porta, durante 5 anos, de outros NEGÓCIOS do RAMO

se for assim, assino já


Platero
(h)ortografias

Quem se vai lembrar de Florbela Espanca?

©Joaquim Palminha Silva

Morreu em Matosinhos, a 8 de Dezembro de 1930… Quem se lembrará de ir ao Jardim Público, onde ela tanto cismou, colocar uma rosa no pedestal do seu busto?

Matosinhos assinala a data com algumas iniciativas… Évora, que ela amou sobremaneira, costuma esquecê-la… Este ano, um grupo de teatro profissional lembrou-se de Florbela Espanca e colocou em cena uma dramaturgia que se inspira na vida e obra da poetisa…

Mas o Município? Mas as Senhoras Professoras de Português do ensino público (digo senhoras porque, em geral, não vale a pena falar dos homens, sempre tão “atarefados” a cuidar da sua boçalidade… e a palitar os dentes), não se podiam lembrar de levar os alunos até ao Jardim Público e, sendo o tempo de feição, convencer alguns a dizer alta voz dois ou três sonetos de Florbela Espanca, junto ao seu busto… Seria, talvez, uma cerimónia singela… Bem sei, entre nós nunca foi comum este tipo de homenagens e recordações românticas… O “intelectual” eborense que se preza, encara mesmo este tipo de manifestação como uma iniciativa menor que é necessário evitar… Pois, bem, está na hora de mudar! – É urgente plantar um pouco de beleza e poesia neste mundo materialista e desastroso em que vivemos!


Florbela Espanca no Jardim Público de Évora

Com quantos pontos se conta um conto?
é neste país!, 6 Dezembro 2014, pelas 11:30


Joana Dias & Rogério Veloso
--
é neste país!
Rua da Corredoura n.º 8, Évora
http://nestepais.wordpress.com/

04 dezembro 2014

Será desta?

P´RA PULAR
(de memória, para os náufragos que procuram de novo ganhar fôlego)

:
UMA DIFERENÇA FLAGRANTE
INCONTORNÁVEL CONTRASTE
- AO POBRE BASTA O BASTANTE
AO RICO NÃO HÁ QUE BASTE


Platero
(h)ortografias

Conferência Comemorativa do V Centenário da Canonização de São Bruno
11 dezembro 2014 | 15:00h | Fórum Eugénio de Almeida

PROGRAMA

Sessão de Abertura
15:00h | Eduardo Pereira da Silva, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Eugénio de Almeida

SANTIDADE DE S. BRUNO
15:15h | Joaquim Chorão Lavajo, Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Évora

CANONIZAÇÃO DE S. BRUNO
15:30h | P. Antão López, Prior da Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli

Investigação sobre a Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli
15h45 | Contributos para a reconstituição virtual da Livraria do Convento da Cartuxa (1587-1834), Francisca Mendes, Mestre em Gestão e Valorização do Património Cultural, Técnica do Arquivo Distrital de Évora

16h15 | Contemplativos e solitários no coração da Igreja e do Mundo: A vida Cartusiana na renovação conciliar, João Luís Inglês Fontes, Doutor em História Medieval, investigador do Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com Maria Filomena Andrade, Doutora pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Docente na Universidade Aberta

16h45 | Cartuxa de Honra

17h15 | Visita à Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli*

*Em respeito pelas regras de clausura, a visita é limitada a participantes do sexo masculino.

03 dezembro 2014

Natal Clássico

Programação AQUI

P´RA PULAR - atual

por roubar uma galinha
lá vai preso o salafrário
livre que nem uma andorinha
só roubando um AVIÁRIO

Platero
(h)ortografias

Amanhã, às 21:30, no Teatro Garcia de Resende


Sinopse:
Projecto de cruzamentos disciplinares tomando como ponto de partida materiais de arquivo e testemunhos da encenação de Woyzeck, pelo Teatro da Cornucópia (1978). Reformulação de perguntas - O onírico pode contribuir para compreender a realidade social? Serve o romantismo alemão um trabalho artístico e político contemporâneo? O que é a opressão interior? Apenas a interiorização duma opressão exterior? Ele visa a criação e circulação de um objecto performativo que oscila entre a coreografia dos registos, e a representação do texto de Georg Büchner. O processo criativo dialoga com uma situação expositiva e um colóquio científico, e compreende a participação da comunidade. Na sequência dos projectos Pregação (2012), que se debruçou sobre o arquivo do espectáculo A Pregação (1989), do Teatro O Bando, e Quarteto (2013), que explorou registos das encenações da Seiva Trupe (2003) e do Teatro Praga (2006) do texto homónimo de Heiner Müller, continuamos a investigar a história contemporânea da encenação em Portugal.

Ficha artística e técnica:
Alexandre Pieroni Calado – Criação, Interpretação
Alexandra Viveiros – Co-criação, Interpretação
Gustavo Vargas – Co-criação, Interpretação
João Ferro Martins – Música, Espaço Acústico e fotografia
Miguel Pacheco Gomes – Artes visuais, Desenho de comunicação
Anabela Mendes – Colaboração científica
Christopher Auretta – Colaboração científica
Nuno Felix da Costa – Colaboração científica
Ana Sêrro - Direcção de Produção
Carolina Thadeu – Produção executiva, comunicação e fotografia
Produção: Artes e Engenhos – Associação Cultural

Duração: 1h15m
Classificação etária: M/16

02 dezembro 2014

Concerto Mário Mata
CASA DA ZORRA, 4 Dezembro, 22:00

Assembleia Municipal congratulou-se com reconhecimento do Cante como Património Imaterial da Humanidade

O Cante Alentejano marcou a sessão de 28 de novembro da Assembleia Municipal de Évora com a Mesa a convidar, antes do início dos trabalhos, os “Cantares de Évora” para uma breve atuação, homenageando assim o facto de este ter sido recentemente reconhecido pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade.

RESPOSTA A QUEM ME CONVIDOU A SUBSCREVER
MANIFESTO CONTRA AO - ACORDO ORTOGRÁFICO

:
eu escrevo ARQUITETO e PROJETO
e DIREÇÃO e REDAÇÃO

não tenho nada contra contra quem escreva PROJECTO e DIRECÇÃO, ou escreva como muito bem lhe apetecer

também não me importo nada que considerem incorreta a forma como escrevo
PESSOA; Fernando, o de nós todos, dizia sentir NOJO, até ao vómito, de quem escrevesse em português deixando de utilizar o Y

tenho um amigo, progressista, que ainda não conseguiu aderir às CALÇAS de GANGA

não tenho nada contra este meu amigo

e sei que ele não vai cortar com a nossa amizade de há dezenas de anos só porque eu aderi sem esforço às calças que dispensam VINCO, e até mesmo FERRO de ENGOMAR

que o eu escrever PROJETO e ARQUITETO seja tão motivo de reprovação como o que eu sinto em relação a quem persiste em escrever ARQUITECTO e PROJECTO

começo a entender ódios de MORTE entre Sunitas e Xiitas

Platero
(h)ortografias

Esperanças, perplexidades & desilusões

© Joaquim Palminha Silva
            Quando a Democracia se reimplantou (25 de Abril de 1974), ela trazia consigo um caudal de esperanças. Crenças virgens que as almas ingénuas recolhiam com amor, como as rosas fazem aos orvalhos que as manhãs de Abril depõem nas suas corolas.

            Depois disto, vieram as más ambições e estas, não podendo cultivar para o bem colectivo nem a sabedoria nem a eloquência, enquanto expressões fortes de almas generosas, serviram-se do cabotinismo diplomado à pressa e da retórica, que é a arte de iludir e escarnecer a consciência dos cidadãos, sem receio de que estes possam dizer:« -Cala-te, que ofendes a minha inteligência!».

            A retórica fez da mentira um colchão de penas em que não é possível encontrar-se uma única aspereza. Seja o seu utilizador de direita, do centro ou da esquerda reformista e “bem comportada” ele tem sempre um meio para limar arestas e adiar dificuldades. 

            Mesmo à beira de um pântano de água pútrida, a sua palavra ornada de flores artificiais que, à distância, não deixam ver o plástico de que são feitas, como numa última noite de folguedo de S. João, que a miséria espreita para o dia seguinte, a retórica esboça o semblante da pureza, virtude tímida e modesta que as suas mentiras profanam despudoradamente.

            Não sei como em Portugal se operou esta estranha mutação. – A crença no regime democrático posto em almoeda, com o objectivo de acudir à fome de Poder e mordomias vorazes de partidos políticos que encontram na digestão o mesmo problema que Hamlet, face a face com morte.

            Não me ocupo dos partidos de direita, eles que se cuidem…

            O que me preocupa são as formações políticas portuguesas, sobretudo à esquerda desta pseudo-social-democracia, a partir do dia em que deixaram de ser sinceras, e acharam ultrapassadas ou inúteis as convicções políticas de anos de luta, uma vez chegadas a 25 Abril de 1974 e, por conseguinte, começaram a emendar, a cerzir, a cortar pedaços das suas bandeiras ideológicas, para terem votos, sempre votos, sempre a descer cada vez mais, na direcção dos votos da populaça mais ignara, até alcançarem o lumpemproletariado! Nesse dia, os trabalhadores perderam a vanguarda revolucionária e ficaram entregues ao estreito acaso reivindicativo dos sindicatos… em luta apenas pela sobrevivência económica, sem projecto societário de médio e longo termo. O facto é que tudo veio a piorar, inclusive as possibilidades de sobrevivência económica dos trabalhadores, enquanto a realidade desmentia toda a possibilidade de aumento numérico do seu eleitorado!

            Depois de Abril de 1974, é verdade que se formaram partidos, mas como antigamente nos arraiais das feiras se formavam bandos de caceteiros, para brigarem pela ocupação exclusiva das tabernas onde havia o melhor vinho e os petiscos mais apetecíveis!

            O materialismo, com o seu sistema de mesa orçamental rotativa estabeleceu-se entre nós, com a mesma desvergonha com que, em certas casas arruinadas, os usurários se sentam à mesa dos seus devedores e se intrometem na sua privacidade.

            Debalde uma ou outra voz protesta: «-Esta não é a Democracia com que sonharam tantos dos seus militantes, sacrificados antes de 1974!».

            Não haverá dentro deste regime democrático, processo de cometer a outrem, que não aos paridos habituais, o encargo de governar o País de harmonia com os interesses de quem trabalha? Ousará alguém dizer que sejam indispensáveis, como força motriz do regime, os gordos mandarins do costume?

            É a todos os títulos conveniente que, num futuro breve (por enquanto através do voto) se entregue o Poder a cidadãos de outra procedência partidária (que não o CDS, PSD e PS), a fim de que termine de vez a ditadura da corrupção, da retórica, dos ministros arranjistas, dos directores-gerais crápulas, etc., que embora não se parecendo com a ditadura salazarista, nem por isso deixa de representar uma usurpação de bens materiais e condições de vida que pertencem aos cidadãos.

            A Democracia exige mobilidade na governação do País, a fim de se evitar que governantes oportunistas tomem a dianteira às ideias de reformas sociais, que as rotinas habilidosas travem o passo às iniciativas em favor do bem-estar dos cidadãos. Enfim, deveríamos ser capazes de afastar do Poder os partidos acima mencionados, comprovadamente infestados de gente duvidosa, armada de privilégios e vantagens alcançados nos labirintos das Secretarias, na piolheira papelada da burocracia administrativa. Temos de ser capazes de forçar a mudança…

01 dezembro 2014

Hotel Eborim: Vão iniciar-se as obras de reconversão do antigo centro comercial

Hotel Eborim - Olivoturismo prevê a conclusão das obras de reabilitação e conversão do antigo Centro Comercial durante o próximo ano.

Mais informação AQUI ou AQUI.

Prémio José Melo para Nuno do Ó

A Associ'Arte – Associação de Comunicação e Artes, entregou, no 1.º Aniversario do Armazém 8, pela segunda vez o Prémio José Melo, ao Cantautor Nuno do Ó.

Este prémio, criado no ano passado, pretende premiar as gentes das Artes e da Comunicação, que tiveram a Coragem de Ficar na Região e daqui fazerem as suas Carreiras.

O prémio ontem entregue, por Margarida Melo, esposa de José Melo, foi criado pelo fotógrafo eborense Telmo Rocha, que criou uma fotografia da Estação de Comboios de Évora, uma escolha extraordinária, já que aquela plataforma é um ponto de chegada mas também de partida!

Quanto à escolha do premiado, esta não poderia ter sido mais pertinente, dado que, também ele tem norteado a sua vida pelos valores de Jose Melo, A honestidade, O amor à Cultura e à Cidade e a Coragem de ficar por cá, alem de ter sido amigo e musicado algumas das músicas do Zé Melo.

Este ano o prémio José Melo, contou com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e da União de Freguesias Malagueira/ Horta das Figueiras.

Ao premiado os nossos parabéns!

Exposição de fotografia
INATEL | 1 a 31 de Dezembro

Viva o 1.º de Dezembro...

(Pintura representando a Morte de Miguel de Vasconcelos em 1 de Dezembro de 1640)
…o dia em que os traidores à pátria foram lançados pela janela, espezinhados pelo povo e comidos pelos cães.

FISCALIDADE

que impostos
não estariam ainda pagando
Reis

Caeiro

Soares

Campos

à conta de Fernando

Platero
(h)ortografias

Jantar Solidário DAR Alentejo
6 Dezembro, 20:00 | Messe dos Oficiais | Évora

Associação Alentejo de Excelência promove Jantar Solidário para apoiar programa de inovação social em Serpa

Em Serpa, jovens em situação de extrema exclusão social são "resgatados" por uma associação desportiva, a Boxerpa, que através de uma metodologia de boxe educativo onde a "coragem, disciplina, respeito e frontalidade são base", reencontram um novo sentido para a sua vida e se promove a sua inclusão na comunidade.

Com este programa denominado "CUIDAR DE MIM", cuja finalidade é ajudar e reeducar jovens com dificuldades de adaptação social, de abandono escolar, com dificuldades psicológicas ou de difícil aptidão física, a Boxerpa envolve a sociedade civil e auxilia na integração social e profissional destes jovens, constituindo um novo projeto de vida. Com a participação de dois psicólogos e terapeutas, e usando tarefas de responsabilidade na associação para desenvolver competências para a vida, esta associação está promover inovação social no Alentejo, que importa valorizar e apoiar.

Esta é a causa social que a Associação Alentejo de Excelência elegeu para apoiar através do IV Jantar Solidário Dar Alentejo. Recorde-se que nos três anos anteriores, instituições como o Chão dos Meninos, a Pão e Paz ou duas creches também em Serpa, foram apoiadas através da recolha de fundos por esta iniciativa.

A Associação Alentejo de Excelência tem vindo também desenvolver iniciativas para promoção do empreendedorismo, reunido especialistas e decisores em debates e conferências sobre temas atuais, e tem ainda apostado na constituição de uma rede de alentejanos, de nascença ou de coração, que desejam contribuir para transformar o destino desta região.

Programa:
  • 19h30 – Visita guiada ao Museu do Marceneiro – Móveis de S. Francisco, por Maria Luisa Silva
  • 20h00 – Receção participantes na Messe dos Oficiais do Exercito de Évora
  • 20h30 – Jantar e animação musical com o Alentejano Luís Melro
  • 21h30 – Boas Vindas e apresentação do Programa “Cuidar de Mim”
    Carlos Sezões, Presidente da Alentejo de Excelência
    Carlos Gaspar, Presidente da Boxerpa - programa Cuidar de Mim
  • 22h00 – Espaço para Network
Organização: Associação Alentejo de Excelência
Local: Messe dos Oficiais do Exército de Évora
Preço do Jantar: 12,50 euros (tudo incluído), ao qual acresce 5,00 euros para o programa “Cuidar de Mim”

30 novembro 2014

A ler:

Sócrates é um dos principais actores na triste peça da corrupção em Portugal

José Sócrates, a par de muitos outros políticos portugueses que estão fora da prisão, faz parte de uma geração de políticos que andaram sistematicamente a beneficiar grupos económicos em prejuízo da população

Para saber que existe corrupção nas PPP não é preciso fazer buscas em casa de Sócrates, Mário Lino ou Paulo Campos. Basta ler o Diário da República

José Sócrates e a sua equipa lesaram em 900 milhões de euros os funcionários públicos e as suas famílias para irem meter aquele dinheiro nos bolsos de três grupos económicos: Mota-Engil, Espírito Santo e grupo Mello. No fundo, o engenheiro Sócrates em 2011 conseguiu algo inimaginável em Portugal: perturbar a vida de 3 milhões de pessoas para beneficiar três.

À política o que é da política, à justiça o que é da justiça - vale para um político que tenha sido apanhado com excesso de velocidade na auto-estrada! Compreendo que se diga que a justiça resolva o problema do excesso de velocidade. Agora quando a matéria em apreço é a corrupção na política não se pode dizer que a política não tem nada a ver com isto!

Os políticos em Portugal são, em geral, marionetas ao serviço dos grandes grupos económicos.

A maioria dos políticos não são corruptos. Só uma pequena minoria, com uma particularidade: são os políticos que mandam mais, os que controlam 90% do orçamento.

Paulo Morais, em entrevista ao jornal I

Hoje, às 16:30, na Igreja da Graça

LUME DE CHÃO

com sobeja pena minha

o próprio madeiro de azinho

arde

asinha

Platero
(h)ortografias

"Gracias A La Vida"


29 novembro 2014

Cão raivoso

Na manhã de Inverno
Há um cão que foge desvairado.

Que corre, que corre
Que guina à esquerda
Que revira à direita
Que se rebola
Que dá pinotes
Que se volta do avesso.

Um cão que foge da realidade
amarrada ao rabo.

Um cão que foge de si mesmo
Da besta que nos levou à ruína.

Um cão que renega tudo o que é
Que promete tudo o que não pode.

Um cão raivoso, traiçoeiro, cobarde
Que lambe as botas aos ricos
Que persegue os pobres à dentada.

Na manhã de Inverno
Há um cão demente
Irrecuperável
Que foge de si mesmo.

29 NOVEMBRO, 2014 13:21

E, já agora, que devolvam tudo o que roubaram...

QUE NOS ENCANTE O CANTE

Alentejo ai Alentejo
terra de Sol e Suão
quanto mais eu te desejo
menos são os que cá estão

esvazia-se a Terra - o chão
de gente todos os dias
como bolas de sabão
em tardes de ventania

cada vez menos searas
cada vez menos rebanhos
cada vez mais estranhas caras
de fulanas e fulanos

investidores gente rica
que traz à Terra milhões
quanto mais traz menos fica
para os velhos aldeões

Alentejo ai Alentejo
terra de Sol e Suão
quanto mais eu te desejo
menos são os que cá estão

Platero
(h)ortografias

Esteja atento, poderá ouvi-los hoje numa das ruas de Évora...
Se não conseguir vá ao TGR, a partir das 16:00

28 novembro 2014

Alentejo vai criar rotas e casas do cante

O presidente do Turismo do Alentejo e Ribatejo, Ceia da Silva, considerou hoje "uma enorme vitória" a classificação do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, sublinhando ser um "orgulho" para o país.

Para Ceia da Silva, o cante alentejano é uma área que o Turismo do Alentejo e Ribatejo considera "decisiva" para o futuro do ponto de vista turístico, uma vez que está ligada à área identitária.

Nesse sentido, Ceia da Silva disse que quer imprimir uma "dinâmica muito forte" a esta classificação, indicando que em 2015 vão ser criadas rotas e casas de cante. "Queremos que sejam casas em que, além da gastronomia e da cultura alentejana que podem oferecer, o turista possa também usufruir de cante alentejano, tal como funciona uma casa de fados", declarou.

CONDENADO

«Duarte Lima condenado a 10 anos de prisão»

O tribunal deu como provados os crimes de burla qualificada e branqueamento de capitais no caso Homeland (fundo com 42,995 milhões de euros, constituído no antigo BPN, para a aquisição de terrenos em Oeiras, em 2007, nas imediações do local onde esteve prevista a sede do Instituto Português de Oncologia).

Em poucas semanas vimos ser condenados três personalidades que desempenharam altos cargos políticos no nosso país. Depois de Armando Vara e de Maria Lurdes Rodrigues chegou a vez de Duarte Lima. Há diferenças entre estas condenações: Vara e Duarte Lima foram condenados enquanto cidadãos, Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada enquanto governante. De qualquer modo, estas condenações indiciam que algo está a mudar na justiça. Não era habitual assistirmos a este tipo de sentenças, muito menos com penas tão pesadas. Aguardemos para ver o resultado dos recursos.