31 Outubro 2014

Com quantos pontos se conta um conto?
é neste país! | 1 de Novembro de 2014, pelas 11:30


Sílvia Chambino & Rui Melgão
--
é neste país!
Rua da Corredoura nº8, Évora
http://nestepais.wordpress.com/

Com vista a futura musealização
Limpeza das Termas Romanas já em curso

A Câmara Municipal de Évora está a proceder a uma limpeza gradual das Termas Romanas (Paços do Concelho), estando previsto para 2015 o início do seu projeto de musealização.
Com esta intervenção a edilidade pretende conferir uma maior dignidade e importância a este espaço que se tem vindo a assumir como um dos monumentos mais visitados em Évora, constituindo, por isso, um forte fator de atração turística.

(Informação CME)

Actualidade... em cartoons

Anónimos & Genéricos

dramaticamente a estuporada sociedade em que vivemos obriga muita gente a recorrer ao anonimato para dizer o que pretende. Às
vezes o sufoca, sem estar sujeito a represálias por vezes muito graves.

entendo

na esmagadora das situações isso não acontece:
não é por prever, anonimamente, que vai chover, e o tempo é de estiagem, que a METEOROLOGIA ou os PRODUTORES DE LEGUMES ao AR-LIVRE o responsabilizam.
para muita gente o anonimato é um vício, como foi o chapéu nos anos 60.

dava comigo a pensar, há pouco, em com que comparar este apagamento de personalidade.
e ocorreram-me os genéricos

só que os genéricos nós sabemos para que servem, a que são comparados, temos alguma informação sobre eles - os anónimos não

quem me ofende ostensivamente, de forma anónima, sei eu lá de quem se trata: um guarda noturno um advogado? um viralatas? um dandy? um deputado?

é terrível responder a alguém de que não se tem mínima ideia de quem seja. o mesmo que falar contra um muro
e eu não sei por que carga-de-água tenho sido flagelado como NUNCA com esse vírus que anda por aí a contaminar a população

espero passe - sem campanhas de vacinação


Platero
(h)ortografias

O Castelo de Évora

            Ao contrário de outras localidades do País, mostrando como seus ex-libris orgulhosos castelos ou suas respeitáveis ruínas (com jardinagens e arranjos mais ou menos disparatados), Évora apesar da sua enorme soma de monumentos históricos, parece dispensar tal relíquia, pelo que, portanto, dir-se-ia não ter possuído nenhum castelo a apontar à curiosidade do turista apressado e do compatriota distraído.

               Na verdade, Évora teve não só um, mas vários castelos. Houve um castelo ou linha de fortificação que remonta à época da ocupação romana (de que restam troços) que, naturalmente com reforços e aumentos, os reis visigodos cristianizados usaram. Desta época chegaram até nós algumas torres. Este primeiro castelo acabou por ser parasitado pelas invasões islâmicas que, ao contrário de outras localidades, nada aqui parece haverem acrescentado de relevo. Alargado após a reconquista cristã, este primeiro castelo chegou até ao reinado de D. Afonso IV.

               Há um segundo castelo, iniciada a sua construção cerca de 1350, e que as crónicas dizem ter possuído 30 a 40 torres arredondadas ou quadrangulares (ou talvez uma relação alternada dos dois tipos de torres). Finalmente, há um terceiro castelo que, a bem dizer, é mais uma linha de fortificação levantada por imperativo da guerra da Restauração, com construção iniciada em 1642.

            O efectivo Castelo de Évora, denominado pelo erudito Túlio Espanca (2) com toda a legitimidade, como castelo português, tem os seus fundamentos entraizados na fortificação dos ocupantes romanos, reforçados depois pelos reis godos, com testemunhos materiais que se podem seguir nos lanços de muralha do Largo dos Colegiais (torres do palácio dos Condes de Basto, sede da «Fundação Eugénio de Almeida»), torres do palácio dos duques de Cadaval (por exemplo, a altaneira torre dita das cinco quinas), base de muralha que suporta o pesado bloco que é o dito «Jardim Diana», até ao arco chamado «Porta de D. Isabel».

            Neste vasto perímetro teve sede a Ordem de Cavalaria dos Freires de Évora (mais tarde Ordem de Avis), exactamente na capela de S. Miguel Arcanjo anexa ao Palácio dos Conde de Basto, actual propriedade da «Fundação Eugénio de Almeida»

            Das torres deste castelo (hoje do palácio dos Condes de Bastos) bateram-se com extraordinária tenacidade os monges-cavaleiros de Évora (1191), chefiados pelo mestre Fernando Anes, contra as hostes do príncipe almóada Iaçud, resguardando para a cristandade a velha urbe, quando todas as outras fortalezas a sul do Tejo caíram nas mãos dos islâmicos.

            Foi, pois, numa das torres deste desaparecido castelo português que esteve prisioneiro D. João, ainda Mestre de Avis, a mando da rainha D. Leonor Teles. Pretendia a rainha conivência do Alcaide (Vasco Martins de Melo) para levar a cabo o assassínio de D. João. Porém, o Alcaide, que era partidário da causa portuguesa, com ardilosa manha deu fuga a D. João, Mestre de Avis.

            Neste castelo (o cronista Fernão Lopes, di-lo inexpugnável) tiveram lugar os acontecimentos que ilustram a causa da independência de Portugal, em Janeiro de 1384, contra o partido dos que eram por D. João de Castela, aqui representado pelo Governado, entretanto barricado no castelo, o que obrigou a cerco e parcial destruição, pelo povo amotinado, de torres e pano de muralha.

            Foi neste Castelo de Évora que o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira, estabeleceu o seu quartel-general durante 26 anos, em que foi «fronteiro-mor» da Província de «Entre-Tejo e Odiana».

            Parcialmente destruído quando das lutas da independência (1383-1385), conservam-se alguns seus troços de muralhas e torres, integradas no Palácio dos Condes de Basto e Palácio Cadaval. Acreditamos, pois, que é de significado patriótico e valor testemunhal indispensável deste Castelo de Évora, a Crónica de D. João I de Fernão Lopes, pelo que deveria figurar de forma destacada e elucidativa, na exposição «Castelos, imagens (re)encontradas», mostra de fotografias de três artistas, organizada pela Câmara Municipal de Évora, no Convento dos Remédios.

Bibliografia:
- Os Castelos Velhos de Évora, artigo de Francisco Bilou, Agenda Cultural da CME, nº 12, Novembro/Dezembro, 2001.
- Da Toponímia de Évora, vol. I, Afonso de Carvalho,2004.
- Inventário Artístico de Portugal, Concelho de Évora, I volume, Túlio Espanca, 1966.
- Muralhas e Fortificações de Évora, Miguel Pedroso Lima, 1996.
Reconstituição hipotética do Castelo de Évora (época medieval), segundo ilustração de Francisco Bilou (2001).

Passos o Homem das Viragens...

... ou um primeiro ministro que vive num país imaginário?

30 Outubro 2014

Reunião do Núcleo de Évora do CPPC
3 de Novembro, segunda-feira, às 18h, na APA

O momento que estamos a viver, aqui e no mundo, com tantos conflitos aparentemente regionais, deixa-nos preocupados e angustiados com o prenúncio do que pode acontecer numa escala mais alargada. Tanto quanto se percebe pela comunicação social dominante as notícias que surgem são sempre de atribuição das culpas aos inimigos dos EUA. Mas a verdade que acontece, é sempre generalizadamente, em prejuízo dos povos, da democracia e do respeito pelos direitos da soberania e independência dos países.

Neste contexto, é imperioso darmos atenção às questões da Paz, reflectirmos e tomarmos consciência, para melhor podermos intervir no que estiver ao nosso alcance.

O Núcleo de Évora vai poder contar com a presidente Ilda Figueiredo do Conselho Português Para a Paz e Cooperação (CPPC), no próximo dia 3, segunda-feira, às 18h, na Associação Povo Alentejano (APA), Rua 5 de Outubro 75, a propósito da Assembleia da Paz a realizar-se em Lisboa no mês de Novembro.

A reunião é alargada a todos os interessados

Núcleo de Évora do CPPC: http://cppcevora.wordpress.com/

1 de Novembro 2014: Dia da Universidade de Évora

No sábado, dia 1 de Novembro, tem lugar na Universidade de Évora a tradicional sessão solene que marca o início do ano letivo. A data, que representa um dos momentos mais relevantes do ano para a academia eborense, assinala a fundação da Universidade Jesuíta, em 1559.

À semelhança de anos anteriores, têm lugar os tradicionais discursos da Reitora, do Presidente do Conselho Geral e do Presidente da Associação Académica, cabendo este ano ao Provedor do Estudante, Professor Diogo Figueiredo, a Lição Inaugural.

Durante a sessão vão ser ainda atribuídos prémios relativos a desempenhos académicos do ano anterior e bolsas de estudo, havendo ainda lugar para a imposição das insígnias doutorais aos mais recentes doutores.

Após o encerramento da cerimónia, que termina com o Cortejo Académico, é tempo para a atuação das tunas da UE nos Claustros do Colégio. O dia termina com um concerto pela Orquestra da Universidade de Évora, que atua às 17h30.

PROGRAMA:
09h30 Igreja do Espírito Santo - Missa de ação de graças e de sufrágio celebrada por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Arcebispo de Évora, D. José Alves
10h30 Cortejo académico
11h00 – Sessão solene na Sala de Atos
13h00 – Claustros- Atuação das Tunas
17h30 – Auditório - Concerto pela Orquestra da Universidade de Évora

Para quando as festas universitárias em horário compatível com o direito ao descanso dos cidadãos?

Meus queridos eborenses, são agora quase 4h da matina e consigo ouvir de forma audível o concerto na universidade. Não chega ter se levar com eles aos urros pela cidade a masturbarem-se com o pseudo-poder atribuído pelos Bichos em nome da integração universitária?
Dasss...

Paulo Gomes
30 OUTUBRO, 2014 03:42

os meus gatos e os números de (agora sei) FIBONACCI

não sei o nome do senhor. Penso que italiano - nome próximo de músico famoso

sei é que funciona assim:

para obter um número, somam-se os dois anteriores
assim
:
1, 2, 3 (porque 2+1= 3)
número seguinte - 5 (porque 3+2=5)
número seguinte - 8 (porque 5+3=8)
número seguinte - 13 (porque 8+5=13)
- 21
- 34
não sei o nome do matemático desta descoberta
sei é que a multiplicação dos meus gatos
se rege
por esta incontornável cega
regra


Platero
(h)ortografias

29 Outubro 2014

Este sábado no Armazém 8

ÉvoraTech, uma incubadora de base tecnológica

(Diário do Sul, 29 Outubro 2014)
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá a criação do ÉvoraTech, uma incubadora de Base Tecnológica, "surge da necessidade de estimular o desenvolvimento da economia regional/local com base no conhecimento, tecnologia e inovação (...)". "A obra estava parada e o investimento em risco, não havia sequer um programa de gestão", refere Pinto de Sá.

Com abertura prevista para os primeiros dias de Novembro, a incubadora surge no seguimento da aprovação do Programa Estratégico da “Rede Urbana para a Competitividade e a Inovação do Corredor Azul e está localizada no Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo.

Trata-se de uma infraestrutura de incubação de empresas destinada a estimular a capacidade criativa e empreendedora e a modernizar o tecido empresarial no concelho e na região. Disponibiliza, no mesmo espaço físico, áreas individualizadas e um conjunto de serviços comuns com o objetivo de promover e acolher ideias, projetos e empresas, especialmente os que revelem natureza inovadora, de base tecnológica e elevado potencial de crescimento. Pretende promover uma perspetiva de desenvolvimento para a região Alentejo assente no reforço da competitividade, na fixação de mão-de-obra qualificada e de empresas inovadoras e com potencial de crescimento sustentado a longo prazo.

À atenção da EDP, Câmara e Junta do Centro Histórico.

A rua do Eborim e sua transversal D. Braz têm pouca LUZ, não por terem falta de candeeiros mas por falta de manutenção, os vidros dos candeeiros estão pretos e as lâmpadas são fracas.

Existe uma residência universitária e é zona de passagem para o hospital.

28 OUTUBRO, 2014 19:18

IN-CÊNDIO

ao menor afago
teu corpo
se transforma em fogo

se corro
em seu socorro
a ver se apago
o fogo

logo o teu corpo
se transforma
em lago

Platero
(h)ortografias

Apontamento sobre
«Revolução de Outubro de 1917»

           No dia 24 de Outubro, o coronel Polkovnikov, comandante da guarnição militar de Petrogrado (ex-S. Petersburgo), ordenou a todas as unidades dos Exército que se desembaraçassem dos comissários políticos nomeados pelos Sovietes. Na mesma  altura, o chefe do Governo Provisório, Kerensky, proclamou Petrogrado em situação insurrecional, convocando assim as tropas fiéis ao Governo para guarnecerem defensivamente o Palácio de Inverno, então a sede do Governo, bem como diversos pontos estratégicos da cidade.

            No dia 25 de Outubro o grande Conselho da República resolveu, por uma pequena minoria, instar o Governo Provisório a solicitar aos Aliados a suspensão da luta, de forma a negociar uma paz separada com a Alemanha. Entretanto, o Governo Provisório procedeu à legalização da posse das terras, tomadas aos seus proprietários pelos camponeses e procurou convocar o mais breve possível a Assembleia Constituinte. O objectivo desta movimentação era reduzir o prestígio de Lenine e paralisar, supostamente pela esquerda, a acção dos bolchevistas. Porém, era demasiado tarde. Sem luta, o Governo Provisório foi obrigado a entregar-se aos revolucionários.

            Na tarde desse mesmo dia 25 de Outubro, já Trotsky comunicava ao Soviete de Petrogrado a célebre decisão: «Em nome do Comité Revolucionário Militar, declaro que o Governo Provisório já não existe». Na noite de 25 para 26 reuniu-se o 2º Congresso dos Sovietes. Os bolchevistas já eram maioritários, mas não em número suficiente para enfrentarem as votações de menchevistas e socialistas. Martov, líder dos menchevistas de esquerda, propôs a Lenine a organização de ma comissão para formar um governo conjunto. Em nome dos bolchevistas, Lenine aceitou, ganhando o tempo.

            Durante a manhã de 26 de Outubro foi eleito um novo Comité Central Executivo completamente dominando por maioria bolchevista. Este último Comité organizou o 1º governo integralmente bolchevista e o Primeiro Conselho de Comissários do Povo, chefiado por Lenine. Mas o governo bolchevista era ainda minoritário, pois só contava com o apoio de 168 deputados, contra 299 socialistas e 153 para os outros partidos. Porém, esta relação de forças parlamentar tinha pouco significado, dado que os bolchevistas contavam com uma forte organização militar e, por conseguinte, governavam enquanto «ditadura do proletariado». Os seus primeiros decretos-lei foram o armistício imediato, encetando negociações de paz com a Alemanha, e a abolição imediata da propriedade privada dos meios de produção e da terra!

            A Revolução de Outubro ainda tinha de enfrentar a guerra civil, mas a 27 de Outubro tinha finalmente triunfado. A sociedade capitalista ocidental tremeu, pela primeira vez na História a propriedade privada dos meios de produção era abolida! Um mundo novo iniciava o seu caminho…

28 Outubro 2014

Leilão de gado em Évora não licenciado e ilegal!

O leilão de gado não licenciado e ilegal, de classe 2 que não poder ser feito em zonas habitacionais, continua a realizar-se todas as semanas em Évora.
Pergunta-se: Para quando uma intervenção da Direção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região do Alentejo para Resolução desta situação de Saúde Pública?

(recebido por e-mail)

CENDREV ESTREIA NOVO ESPECTÁCULO
Onde é que eu já vi isto, perguntou ele”, de Rui Pina Coelho

Dia 30 de Outubro, às 21h30
Teatro Garcia de Resende

Onde é que eu já vi isto, perguntou ele é um espectáculo sobre marxismo, sobre trabalho, sobre emigração, sobre arte e sobre resistência cívica. É um espectáculo sobre a história do teatro e sobre os seus indomáveis heróis. Onde é que eu já vi isto, perguntou ele é também uma espécie de sequela de Já passaram quantos anos, perguntou ele, um texto estreado no TEP – Teatro Experimental do Porto, em 2011. Assim, agora, em Évora, voltamos a encontrar as mesmas personagens, mas mais velhas, mais cépticas e mais cansadas. Jaime, Cláudio e Helena Carlos são, agora, actores de meia-idade, artistas que insistem numa arte que parece não ter real valor num mundo dominado pela linguagem das finanças, mas que, não obstante as brutas dificuldades, não desistem. Cruzando uma bicuda teia de citações, alusões e outras referências, que vão da peça do dramaturgo eborense Manuel Peres, O grito na charneca, aos comentários a Karl Marx dos ensaístas Terry Eagleton ou Anselm Jappe, este espectáculo tenta interrogar a opressão sistémica que as instituições do poder exercem sobre os indivíduos.

Actualidade... em cartoons


Em favor da INOVAÇÃO

Exmos Senhores
(enviado a entidade estatutariamente vocacionada para apoiar INOVAÇÃO)

parece que já com cunho universal é a complicadíssima palavra genuinamente portuguesa que mesmo entre nós não deve ser matéria de fácil aprendizagem antes dos 10 anos ou daí pra cima: DESENRASCANÇO

o seu significado é de tal ordem forte que milhões de anglófonos não só a adotaram como divulgaram. melhor, universalizaram

DESENRASCANÇO é a característica mais marcante dos DESCOBRIDORES de MUNDOS que foram e são os portugueses

mais do que uma vez fui admoestado pela companheira do meu filho mais novo pelo facto de não ter uma VARINHA MÁGICA para bater os ovos com que fazer um ou outro bolo

até o dia em que pego no berbequim elétrico, em vez de broca adapto-lhe um garfo pelo cabo, e explico que já pode bater os ovos para os bolos que entender

- estou a ficar, se não viciado pelo menos conquistado pelo chocolate preto – SCHOGETTEN – Tiramisu (alemão)

- desde há uma semana quebrei um tabú alimentar que cultivo desde que me conheço: não utilização de piripiri, por suspeitar que me prejudicaria a saúde em muitos aspetos
comecei por utilizar numa açorda feita em casa para amigos, não me dei mal com a experiência, pelo contrário, acho mesmo que me tem trazido aspetos positivos
- consulto a NET (piripiri e saúde, ou similar) e constato que se trata dum produto altamente benéfico para determinados órgãos e funções

ora bem, ocorre-me agora que Chocolate e Piripiri devem fazer uma invejável parceria

por mim, se a prateleira do meu habitual SCHOGETTEN tivesse também um Flavoured with Piripiri ( passe a bronca da improvisação) eu não deixaria pelo menos de experimentar


ver as guerras de MARKETING em torno dos GOSTOS das BATATAS FRITAS

não duvido de que o gosto a Presunto, ou a chouriço, ou qualquer outro, estão rigorosamente patenteados e protegidos de eventuais aventuras de pirataria

- HÁ no MERCADO MUNDIAL chocolate com sabor a PIRIPIRI?

a ideia poderia interessar a qualquer produtor ( de preferência nacional) de CHOCOLATE?
ocorrem-me agora “parcerias” chocolate/ginja ; chocolate com vários licores

porque sei que, por mim só, não consigo mais do que experimentar uma mousse com uma sementinha da dita malagueta, mesmo que o paladar me agrade, bem como a todos os provadores amigos,
a coisa, que pode interessar, em temos comerciais, não passa de uma “excentricidade” doméstica

é difícil fazer, e dar a provar, uma MOUSSE caseira com essa característica – que até pode JÁ EXISTIR? - não faço ideia

deixo ao NERE esta ideia para fazer dela o que entender

aceitem os meus melhores cumprimentos, com votos de bom trabalho em favor da INOVAÇÃO


António Saias

Cante alentejano perto de ser património da humanidade

A candidatura do cante alentejano a Património Cultural Imaterial da Humanidade recebeu um parecer positivo de uma comissão internacional de especialistas da UNESCO.

"O parecer diz que a candidatura reúne todas as condições", pelo que "temos fundadas esperanças de que o cante alentejano seja inscrito na lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade" pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), declarou.

Segundo revelou à agência Lusa o responsável do processo, Paulo Lima., também diretor da Casa do Cante, em Serpa, o parecer deste grupo de especialistas costuma ser "bastante vinculativo para a decisão final" do Comité Internacional da UNESCO, que se reúne entre os dias 24 e 28 de novembro, em Paris (França).

"É uma boa notícia para o cante e para o Alentejo", realçou Paulo Lima, lembrando que o processo percorreu "várias as etapas" e que, em fevereiro último, foi entregue um conjunto de novas informações sobre este bem cultural imaterial.

A candidatura do cante alentejano foi entregue à UNESCO em março do ano passado, depois de, em 2012, o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter decidido adiar a sua apresentação, por considerar que o processo não reunia condições para ser aceite.

Notícia LUSA

27 Outubro 2014

Fogo destrói carro de professor junto à Universidade de Évora


Um incêndio destruiu um carro, na manhã desta segunda-feira, junto à Universidade de Évora. Foram os professores e os funcionários da universidade que ajudaram a apagar o fogo. O veículo danificado pertence a um docente do estabelecimento de ensino superior.

Orquestra Clássica do Sul e Universidade de Évora estabelecem parceria de colaboração artística

A Orquestra Clássica do Sul (OCS) e a Universidade de Évora (UÉ) assinam, na próxima sexta-feira, dia 30 de outubro, um protocolo de cooperação, promovendo a UE a Associada Apoiante da OCS.

O evento, que acontece às 17h00, na Sala de Espelhos do Colégio Mateus d’Aranda da Universidade de Évora, marca a oficialização de uma colaboração artística entre as partes, que prevê proporcionar estágios e a prática orquestral aos alunos do Departamento de Música da UÉ junto desta orquestra profissional. Para além da sinergia na área da formação, a cooperação pretende fomentar também a atividade artística da OCS nesta cidade alentejana, com concertos abertos à comunidade em espaços inseridos na Universidade ou nas salas de espetáculo em Évora.

Esta ligação institucional marca um passo importante na concretização de um principais objetivos traçados aquando da implementação da Orquestra Clássica do Sul, que visa consolidar a sua missão artística nas regiões a Sul do Tejo.

A assinatura do protocolo que oficializa a parceria de promoção e divulgação da cultura musical e a elevação da Universidade de Évora a Associado Apoiante da OCS será formalizada pela Reitora da UÉ, Professora Ana Costa Freitas, e Maria Cabral e José Carlos Ferreira, presidente da direção e administrador da OCS, respetivamente, contando a cerimónia ainda com a presença de Samuel Rego, diretor-geral das Artes, entre outras entidades.

O evento encerra com um concerto de música de câmara, no Auditório Mateus de Aranda, em que um trio de cordas da OCS irá interpretar obras de Haydn, Beethoven e Schubert.

Sobre a Orquestra Clássica do Sul

Actualidade... em cartoons

U R B A N O

ficar à tua espera
como quem espere o Táxi
o Metro
o Autocarro

nem é das experiências
mais ruins

vou fumando cigarro
após cigarro

lendo o Jornal

em filas intermináveis
de MINS

Platero
(h)ortografias

A Irlanda, a Água e Portugal!

            Algumas notícias colhidas nos jornais estrangeiros podem desfibrar a “saúde mental” da nossa periclitante Democracia… e embaraçar um pouco a nossa “bazófia” de País “civilizado”, e com suposta estima pelos seus bens públicos!

            Abro o diário francês Le Monde (16/10/2014), e uma das suas sisudas páginas reserva-me enorme surpresa. Leio então que a Irlanda começou a dar pequenos e cautelosos passos, sem as muletas dos empréstimos externos, após sete anos de austeridade e de paciência, para aturar os atrevimentos e as obscenas exigências do FMI e da União Europeia (Banco Central Europeu).

            Adiante, na mesma página leio, torno a ler… Um turbilhão de pensamentos e perplexidades ataca-me o raciocínio, sinto-me como que arrojado contra uma parede! Nada me salva de olhar para Portugal como quem olha para a miserável carcaça do que foi um “nobre povo”, nem sinais algébricos, operações cabalísticas, a regra de três, o clima, as litografias antigas dos reis ou um fado de Amália! Nada evita o espanto! Leio, pois, novamente a página do Le Monde referente à Irlanda…

            Sábado, 11 de Outubro de 2014, entre 50.000 e 100.000 manifestantes (o número dependente das fontes consultadas: polícia ou organizadores) desfilaram pelas ruas de Dublin contra a anunciada instauração (a partir de 2015) do pagamento da água da rede pública que, desde há muito, é de consumo gratuito em todo o país!

            Os detalhes que se podem mentalmente colher sobre a questão da água, propriedade pública inviolável, dão-nos uma ideia sobre o “estado europeu” em que se encontra Portugal, e o tipo de Democracia balbuciada que temos andado a praticar…

            Eu não vou “descompor” a Pátria, mas sempre devo registar que o meu País não entende a existência da água como um bem público (proporcionado pela natureza) e, portanto, disponível gratuitamente! Não senhor!

            Em Portugal, a água corre nas torneiras de maneira diversa: - Aqui, ao contrário da Irlanda, o Estado entende que a água é um excelente “negócio público”, a explorar pelos municípios!

            Porém, como a água se gasta, descobriram os burocratas que servem o Estado, que “vendê-la às fatias”, por assim dizer, rende mais… Nasceu desta forma o interesse privado pelas águas no norte, centro e sul do País e, naturalmente, empresas que exploram estas águas! E mais uma vez divergimos da Irlanda, suplantando este país, não com frases rangentes donde sai um aroma fadista, mas com um grande sopro comercial!

            Como se pode verificar, tudo foi possível sem protestos de multidões, pois do lado da cidadania (com excepção de alguns autarcas), do seio dos cidadãos “nem uma agulha buliu na quieta melancolia dos pinheiros do caminho”, como diz a poesia!

            A estrondosa «nação valente e imortal», já só serve de rima para odes de museologia… Aqui tudo se vende, até a água que Deus nos deu!

26 Outubro 2014

FIKE 2014: VENCEDORES

Chegou hoje ao fim, o FIKE 2014 – 12ª Edição do Festival Internacional de Curtas Metragens que decorreu no Auditório da Universidade, em Évora, e ainda no Pax Julia, em Beja, desde o passado dia 21 de Outubro.

Com cinco dias repletos de bom cinema, um tributo a Patricia Casey, a produtora do primeiro filme dos Monty Python, mostras paralelas, masterclasses, workshops, exposições, concertos musicais e com sessões competitivas de curtas-metragens a concorrer aos Prémios do FIKE, chegou assim o final onde foram anunciados os seguintes vencedores:

Troféu e Diploma

Melhor Ficção - Travelers in the night - Ena Sendijarevic, Holanda, Ficção, 9' 75"
Melhor Documentário – Troféu FIKE / Estacão Imagem: Cutting Grass - Asier Altuna, Espanha, D, 13'
Melhor Animação - Canis - Marc Riba & Anna Solanas, Espanha, Animação, 17'

Diplomas FIKE
Melhor Argumento - To Cut a Long Story Short - Marco Espirito Santo Portugal, Ficção, 2' 5"
Melhor Fotografia - Touch of Silence - Sven Philipp Pohl, Alemanha, F, 6'
Melhor Representação - Matilde - Vito Palmieri, Italia, Ficção, 10'
Melhor Curta-Metragem Europeia - Daphne or the lovely specimen - Sebastien Laudenbach & Sylvain Derosne, Franca, Ficção, 15'
Prémio do Publico - ants apartment - Tofiq Amani, Iraque, Ficção, 12' 5"
Competição Nacional - Premio Comendador Rui Nabeiro para a Melhor Curta-Metragem Portuguesa - O Coveiro - Andre Gil Mata, Portugal, Animação, 14'

Menções Especiais:

Virtuos Virtuell - Thomas Stellmach & Maja Oschmann, Alemanha, A, 7' 5"
The Neighbour - Alexandra Galia Burca, Romenia, Ficção, 12' 25"
The being from elsewhere - Guy Bordin & Renaud De Putter, Bélgica, Documentário, 18'
Prémio Don Quijote: (IFFS- International Federation of Film Societies)
Matilde - Vito Palmieri, Italia, Ficção, 10'

Menção Especial: The being from elsewhere - Guy Bordin & Renaud De Putter, Bélgica, Documentário, 18'

Onde está a Justiça?

O BES deve 300 milhões à CGD, banco do estado.
1
Disse o grandessíssimo aldrabão e gatuno, primeiro ministro de Portugal, que os contribuintes não vão ter que pagar a falência e a dívida do BES. Como não, se já estão a arder?
2
No governo e na CGD, quem são os responsáveis por andar a dar dinheiro aos criminosos do BES? Qual o procedimento criminal contra quem fez gestão danosa, dando dinheiro do estado aos gatunos, sem quaisquer garantias para o interesse publico?
3
Se fosse um trabalhador, que deixasse de pagar o empréstimo da casa por ter ficado desemprego, já o tribunal o teria posto no olho da rua, teria dado a casa ao banco, congelava-lhe as contas bancárias, e obrigava-o a pagar a dívida, incluindo os juros do empréstimo!
4
Então, que aconteceu ao bandido que roubou o estado e os clientes, que sistematicamente fugiu aos impostos, que corrompeu o governo, que violou as regras da bolsa, que agravou a dívida do país, etc., etc., etc. e tal? Onde está a Justiça?

26 OUTUBRO, 2014 16:37

ao amigo MANUEL CALADO

em PIXABLE, sentado em estreita abertura de muralha
com o seguinte comentário
:
- então a trabalhar sentado?
- já tentei deitado e não consegui

a minha quadra para a cena
:
se fala sendo CALADO
vou jurar à minha fé
que pode fazer sentado
o mesmo que faz de pé


com um bom abraço


Platero
(h)ortografias

25 Outubro 2014

Espanhóis chamam a atenção para a tragédia social dos despejos que resultam das hipotecas bancárias

Grupo de Caminheiros de Évora
Caminhada São Mamede até Bombarral

9 DE NOVEMBRO 2014
  • Concentração, às 5:45, junto à estátua Rossio de S. Brás, em Évora, para apanhar o autocarro;
  • Partida às 6:00
  • Início da caminhada às 9:00 em São Mamede
Percurso de cerca de 12Km
Grau de Dificuldade Médio/Fácil

Inscrições:
Data Limite de inscrição 6 de Novembro 2014;

A quem serve este Governo?

«O Governo injectou mais 1,5 mil milhões de euros no fundo de resolução que salvou o BES, além dos 3,9 mil milhões que já emprestara ao banco bonzinho. O montante vem escondido na proposta do Orçamento de Estado para 2015. Isto dispara as verbas públicas destinadas ao salvamento do Novo Banco, ex-BES, para 5,4 mil milhões de euros

Curiosamente, ainda há poucos dias, a Ministra das Finanças dizia que não vê como poderá o resgate do BES ter impacto no Orçamento de Estado, afirmando ainda que o resgate não tem qualquer risco para os contribuintes. 

“Mas, então, se não há qualquer risco, por que está agora o Governo a reforçar as verbas para o banco bonzinho?”, perguntará o leitor mais atento. A resposta é simples: 
1, porque há, efectivamente, risco de o negócio correr mal. 
2, porque o reforço de capitais torna o banco mais interessante para quem surgir para comprá-lo.

Aqui pelos nossos cálculos, o comprador já deverá ter sido encontrado e o reforço de capitais terá sido uma das condições impostas para o negócio ser efectivado. Dentro de semanas saberemos se temos razão.

Até lá, ficam os factos: após cortar mais 2,8% no RSI e 6,7% no Complemento para Idosos, após cortar mais 704,4 milhões de euros na Escola Pública, após cortar mais 10,6% nas prestações de desemprego e de apoio ao emprego, após cortar mais 1,7 milhões de euros no financiamento para as regiões autónomas e após cortar mais 4,2% nas forças de segurança, o Governo decide injectar mais 1,5 mil milhões de euros de dinheiro público no banco falido da família Espírito Santo.

E agora, já vêem para quem está este Governo a (des)governar?»


Opinião retirada de "Uma Página Numa Rede Social"



A notícia é do Dinheiro Vivo e pode ser consultada nesta ligação:
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/interior.aspx?content_id=4192644

As declarações da ministra quanto à suposta recusa de injecção de mais capital no Novo Banco podem ser consultadas em: http://portocanal.sapo.pt/noticia/40444/

Como Tirar o bafo de alho e cebola

Confira algumas dicas simples e rápidas de como tirar o bafo de alho e cebola.

Mastigar salsa ou manjericão – deve ser a primeira tentativa de mandar embora o mau hálito. A salsa e o manjericão agem como um refrescante bucal.

Chá verde – as partículas do chá verde diminuem as bactérias que causam o forte odor do alho e da cebola. Além disso, a catequina, uma das substâncias presentes no chá, previne a proliferação destas mesmas bactérias. Hortelã e erva-doce também podem ajudar.

ontem à noite comi uma bifana temperada de alho em exagero
fui a uma festa de inauguração de um Festival de Cinema, senti que à volta do meu corpo bruxuleava uma iniludível aura de pivete a alho

escrevi aos bochechos

:
hálito a alho
alto hálito a alho
iniludível hálito ruim

estou sentado
dentro de flagrante nuvem
de ´hálito a alho
- de hálito ruim

dou por mim
pensando
que não sou eu a ter
hálito a alho

antes será o alho
de tão denso mau hálito
de tão hálito ruim

antes será o agradável alho
a ter mau hálito

- a mim


Platero
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Clube de ciclismo de Évora sem eventos no Bikévora

(Diário do Sul, 23 Outubro 2014)

Clube de ciclismo de Évora não realiza qualquer evento nesta edição do Bikévora, uma vez que não foram dadas as devidas condições, em tempo oportuno...

24 Outubro 2014

Danos na Igreja das Mercês a caminho do tribunal

A Direção Regional de Cultura do Alentejo enviou para o Ministério Público o processo da Igreja das Mercês, em Évora, que sofreu danos na sua estrutura, devido à construção de um hotel.

A Diretora Regional de Cultura do Alentejo revelou que as partes envolvidas não chegaram a um acordo para a reparação da igreja.

Informação DIANAFM.

15º Encontro Internacional de Arte Jovem

Até ao dia 28 deste mês, o Palácio de D. Manuel acolhe alguns dos 1.136 trabalhos que foram seleccionados para concurso e uma retrospectiva de uma escola de arte que participou em todas as edições da iniciativa.

Uma mostra de obras de Évora está patente ao público nos Paços do Concelho, enquanto a Teoartis Galeria, situada em pleno centro histórico da cidade, está a apresentar trabalhos executados por alunos de outros ateliers.

Já uma sala do Museu de Évora acolhe uma exposição com trabalhos de uma aluna de arte que participou em encontros anteriores e que está a estudar numa faculdade de artes nos Estados Unidos da América.

O Encontro Internacional de Arte Jovem tem como objectivos difundir o gosto pela arte junto dos jovens e promover o intercâmbio cultural entre alunos e professores de diferentes países.

N E G Ó C I O

a vida é um negócio
permanente

o AMOR
- de todos o que mais

exige
a toda a gente

quem disser
que nunca negociou

é ignorante
ou mente

Platero
(h)ortografias

Com quantos pontos se conta um conto?
é neste país! | 25 Outubro 2014, pelas 11:30


Susana Coelho
--
é neste país!
Rua da Corredoura nº8, Évora
http://nestepais.wordpress.com/

23 Outubro 2014

"Documentos para a História da Talha Dourada e Azulejos em Évora"
Arquivo Distrital, 31 de Outubro, pelas 18h30

O Arquivo Distrital de Évora e o Centro de História de Arte e Investigação Artística, da Universidade de Évora, apresentam exposição “Documentos para a História da Talha Dourada e Azulejos em Évora”, organizada por Celso Mangucci, cuja inauguração terá lugar no Arquivo Distrital, no dia 31 de Outubro, pelas 18h30.

Durante a inauguração será proferida uma palestra pelo Dr. Celso Mangucci.

No âmbito da presente exposição estão, também, previstas visitas guiadas a algumas igrejas da cidade de Évora, cujas datas serão oportunamente divulgadas.

Onde é que eu já vi isto, perguntou ele
Estreia dia 30 de Outubro| Teatro Garcia de Resende

PARA CHRISTIANA NÓVOA

(ler/ouvir em " NÓVOA EM FOLHA")

este seu poemar
está dentro
do meu estilo

uma espécie
de (en)cantar

quando o poeta veste
asa-
de-
grilo


Platero
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Democracia?


II

            Desiludidos pelo peso da cinzenta realidade, poderemos nós, «povo de esquerda», esperar que os partidos vivam por si próprios, sem recorrerem a parasitar o Estado, e representem as várias opções políticas e sociais que pode albergar a Democracia?

            Com excepção do Partido Comunista que, por iniciativa própria e trabalho militante dos seus filiados, procura constantemente encontrar pelos seus próprios meios recursos de subsistência, nenhum partido parece fazer o mínimo esforço para se governar pelos seus próprios meios. Vejamos, por hipótese, o que se passa no tocante às necessidades de rendimentos dos partidos…

            Há constitucionalistas que nos dizem que o «financiamento público dos partidos é a única garantia de um mínimo de igualdade de oportunidades na luta política» (Prof. Vital Moreira, in Público de 12/10/2014). Será verdade?

            Em meu entender, a questão está mal colocada. De facto, não há, não pode haver igualdade de oportunidades na luta política. Recorde-se que até a verba dos subsídios do Estado é desigual, pois os partidos recebem segundo a percentagem de votos obtidos em cada acto eleitoral que, como sabemos, é sempre desigual.

            Nesta ordem de ideias pergunto: 1) Porque razão os partido não podem subsistir apenas com as receitas das quotizações dos seus militantes?; 2) Porque razão não  lhes chega a venda da propaganda escrita (jornais, folhetos, livros)?; 3) Porque não organizam modalidades (transparentes) de angariação de fundos ?

            Dir-me-ão que toda esta panóplia é insuficiente para a sua vida corrente… Não creio. Não vejo por que razão os partidos hão-de subsistir acima das suas posses, recorrendo, através de leis arbitrárias (que só os próprios partidos aprovam) às finanças públicas. Dir-me-ão que têm poucos militantes, pelo que a verba das quotas é irrisória. Certo. Mas que tenho eu, tu, ele; nós, vós, eles que ver com isso?! Dir-me-ão que os partidos não podem apresentar ao eleitorado uma imagem exterior miserabilista, esfarrapada, com uma frota automóvel a cair de podre… Com os seus “quadros dirigentes” profissionalizados, a vaguear pelos salões sem dinheiro para comprar uma gravata de seda! Não podem, não… Mas nós, povo dos votos, nós podemos ser pobres, e não ter dinheiro para gravatas de seda! Nós podemos?!

            Se os partidos não têm fundos para grandes comícios, múltiplas actividades de propaganda política e respectivo pagamento mensal a batalhões de mercenários, perdão, de funcionários políticos profissionalizados, a “tempo inteiro”, façam então a sua vida de acordo com os seus rendimentos… De outro modo, temos de considerar que o regime democrático restaurado em Abril de 1974, deslizou para um regime autoritário de “meia dúzias” de partidos, que a “batota” se institucionalizou no >jogo eleitoral, e que os chefes dos partidos jogam connosco à Democracia de má fé, com “cartas escondidas na manga”.

22 Outubro 2014

Nunca julgues as pessoas pela sua aparência

UP-TO-DATE

PORTAS já frequenta FEIRA da ONU em N. YORK

aí ciganos e tendeiros são mais manhosos

- mercadoria continua a ser contrafacção

Platero
(h)ortografias

Democracia?

«A subvenção para os partidos
Políticos no valor de 14,85 milhões de euros.
Determinada pelos resultados eleitorais de 2011,
mantém-se igual à do ano passado

- jornal Público,16 de Outubro de 2014

I

            O regime democrático português, sobretudo quando o observamos na sua prática quotidiana, não passa de um cortejo de legiões políticas subdivididas em coortes, e estas em tribos e clãs familiares, despertando no seio da sociedade contemporânea apenas paixões favoráveis ou hostis, que sendo verbalmente violentas só não são sangrentas e mortíferas porque as circunstâncias não o permitem, as leis não autorizam e, por enquanto, uma predisposição geral para o bocejo e a preguiça mental, sobrepõe-se a qualquer radicalismo de esquerda, do centro e da direita.

            Primeiro que tudo é preciso compreender que, em Portugal, o restabelecimento da Democracia não trouxe consigo um espaço de diálogo aprazível e cooperante dos trabalhadores (ou produtores) consubstanciado na fórmula, digamos assim: todos por um e um por todos. Pelo contrário, institucionalizou em definitivo a antiguíssima prática da chulice embrulhada no estreito corporativismo e no individualismo, emprestando-lhe um conteúdo constitucional, portanto, “respeitável”, como jamais a chulice havia tido, mesmo considerando o tempo do rei D. Carlos, um “campeão” nesta prática…

            Enfim, a tradicional chulice lusitana, uma vez restabelecida a Democracia, institucionalizou-se imediatamente, e ao mais alto nível, com o empenhado militantismo dos recém-laureados partidos políticos!

            Conservados em hibernação durante a ditadura (mais de 45 anos!), ilegalizados, perseguidos, aprisionados e martirizados quando se atreviam a subsistir na clandestinidade, assim que puderam sair para a atmosfera da liberdade, após Abril de 1974, todos os partidos deslizaram inelutavelmente para uma atitude de vindicta.

            De facto, logo que, em Assembleia própria, se tratou de redigir a Constituição, uma das mais pertinentes disposições (aceite por todos, da esquerda à direita) foi decidir tornar obrigatório para o Estado o financiamento dos partidos políticos. Isto é, os partidos passaram a ficar inscritos no «Orçamento de Estado» com verbas cativas a seu favor, quero dizer sustentados e alimentados pelo erário público! Enfim, por todos nós!

            Aqui temos, pois, a escusada vindicta. - Como se durante o tempo que durou a ditadura, a sociedade portuguesa, os cidadãos em geral, fossem culpados da ausência de pluralismo e das perseguições policiais que sofreram alguns (poucos) dos partidos!

            Eis aqui o “ajuste de contas” dos partidos com o País!

            Dito em pouco palavras: - Obrigatória e simultaneamente todos pagamos, através do Estado, a nossa “quota-parte” a uma “mão cheia” de partidos políticos, mesmo que não apreciemos as ideias de tal ou tal legião … Reparem, digo ideias e digo bem, porque me recuso chamar ideologia a meia dúzia de opiniões desdentadas, frases-feitas repetidas de comício em comício, verdades universais, de almanaque, que até o próprio “borda de água” tem vergonha de usar

            Devo concluir que, sem mais nem menos, aconteceu-nos o maior paradoxo da História actual: - De forma autoritária e num regime democrático, temos a chulice travestida em imaculado e institucional subsídio. Convenhamos, que para imberbe regime democrático, é obra!

            A institucionalização do financiamento dos partidos pelo Estado, proporciona-lhes excelentes garantias de sobrevivência económica (seja qual for a situação em que se encontrem as finanças públicas), e transforma os membros permanentes dessas legiões, coortes e tribos (quer aceitem ou não o nome que lhes estou a dar), em autênticas hordas de mercenários da política, economicamente independentes dos cidadãos, livres, por conseguinte, face ao eleitorado, mas obrigados, de forma a continuarem no emprego e a receberem o vencimento, naturalmente se aprovarem, votarem, disserem que sim aos acordos ou rupturas que os comandantes de cada legião entender estabelecer com A ou B.

            Enfim, chulice dos partidos políticos com o consentimento tácito do Estado é praticada, dizem-nos, para evitar que estas legiões entrem em “jogos” financeiros com interesses económicos. Será verdade que chular o Estado, evita a dependência de grupos económicos?


Burra, primitiva caixa-forte de agência do Banco de Portugal,1891.

            Parece que não, pois o Tribunal Constitucional tem de fiscalizar periodicamente as finanças dos partidos, além de que legislação específica tece uma malha de controlo sobre as incompatibilidades dos deputados, que nem sempre exercem a sua missão em regime de exclusividade, desrespeitando por conseguinte as mínimas regras de honestidade política que lhe são exigidas. Enfim, tudo isto indica que a chulice dos partidos sobre o Estado não evita os financiamentos ilícitos destes, nem o duplo emprego por parte dos deputados e, portanto, este tipo de cancro, incurável como todos, alastra assustadoramente.

Não estou a pôr em questão o princípio de fiscalidade sobre partidos e políticos mercenários, perdão, profissionais. Estou apenas a dizer que é preciso falar uma linguagem que possa ser compreendida: - O princípio da desconfiança permanente é que ditou estas regras e procedimentos, o que quer dizer que legiões, coortes, tribos e clãs políticos não são de confiança, pois apesar de beneficiarem da institucionalizada chulice, sempre querem mais dinheiro e, para o conseguirem, sempre resvalam para onde não deviam!

21 Outubro 2014

Curiosidades dos Estatutos da Universidade de Évora de outros tempos

Alguns curiosos excertos dos Estatutos da Universidade de Évora (fund. 1559), criada pelo Cardeal Infante D. Henrique.

Liuro primeiro
Capitulo dezanoue Do Porteiro, E guarda das escolas

4. Não deixará entrar molher, nem pessoa outra, de qual quer calidade que seia, embuçada da porta pera dentro, nem com armas saluo se for pessoa de calidade, e que so mente as traga, pera sua decencia, e quem o contrario fizer perderá as ditas armas, a metade pera o meirinho da Uniuersidade, e a metade pera quem as acusar, e não consentirá que os moços, ou outras pessoas ioguem, iogos, nem andem desinquietos, pelo Pateo, classes, ou Uarandas, das Escolas, e quando lhe não obedecerem, auisará ao Prefeito dos Estudos pera que os castigue e atalhe as ditas desordeñs, com remedio conueniente.

7. Não deixará entrar a cavalo alguã pessoa da porta pera dentro, e assi fará que as caualgaduras fiquem de fora, e apartadas da porta, pera que não impidão os que entrão, e saem.


Liuro segundo
Capitulo segundo Dos boõs costumes dos Estudantes E alguãs obrigaçoẽs suas

1. Por meu intento, quando fundei este collegio, e Uniuersidade foi que os Estudantes, que nella ouuessem de estudar iunta mente com letras aprendessem boõs costumes, e eu dezeio que isto aia effeito, guardarão o que se segue

7. Nenhum Estudante de qual quer faculdade que seia, irá a farças, comedias, ou representaçoẽs, ou seião de furasteiros, ou dos naturaẽs da terra, em que entrarem molheres, ou se tratarem materias pouco honestas, e decentes sõ pena de serem castigados como parecer ao Reitor da Uniuersidade, o qual castigo se executará per meyo do cancellario ou Prefeito dos estudos, a quem os ditos delinquentes pertencerem, e muito menos entrará nas ditas farças, comedias, ou representaçoẽs estudante algum sõ pena de ser castigado mais seuera mente, como o crime merece.

11. Nenhuã pessoa seia admetida, a ouuir na Uniuersidade se for sabida mente reuoltosa, deshonesta per qual quer uia escandalosa, ou infame em seus costumes, pera que não seia preiudicial, aos que nesta Uniuersidade estudão, e se achar que alguem foi admitido aos ditos Estudos, tendo alguã das ditas faltas, e dellas não estiuer sabidamente emendado, será logo excluido dos Estudos, e o mesmo se fará com qual quer outro Estudante, que nelles continuar se se achar que tem os mesmos costumes, mas será primeiro que se despida castigado com castigo exemplar pera proueito seu, e bem dos outros, que de seus costumes tiuerem noticia.


Capitulo trez Da honestidade e uestidos dos Estudantes

1. Os Estudantes não alugarão casas, per aposentadoria, nem as aceitarão, de pessoa alguã, ainda que lhas dê de graça em ruas escusas, ou trauessas em que morarem molheres de mao uiuer sõ pena de pelo mesmo caso serem lançados das mesmas casas, e castigados seuera mente como parecer ao Reitor da Uniuersidade.

2. Os Estudantes não terão em sua casa molher suspeita sõ pena de mil reis, a metade pera o meirinho que os prender, e a metade pera quem os acusar, e oito dias dias de cadea ou mais se ao Reitor assi parecer, e a tal molher será preza, e pagará da cadea outros mil reis repartidos pela dita maneira, e o mesmo se guardará contra os Estudantes, que se prouar terem mancebas, e com as molheres que forem suas mancebas, posto que as tenhão fora as suas casas. (...)

18. Nenhum Estudante poderá ter besta de sella, saluo o que sendo nobre ou Eclesiastico tiuer cem mil reis de renda, ou dahi pera cima. E quem o contrario fizer, perderá a tal besta de sella pera o Meirinho da Uniuersidade, ou guarda das escolas, qual primeiro o acusar.

20. Não poderão os ditos Estudantes dar banquetes, ou conuites, a pessoas alguãs; E não agasalharão, per muitos, nem per poucos dias hospedes alguñs, senão forem parentes chegados dentro no primeiro, ou segundo grao, saluo em algum caso particular com licença do Reitor. E quem o contrario fizer, pagará per cada ues quinhentos reis, a metade pera o Meirinho da Uniuersidade e a outra a metade pera a Arca della.

21. Nenhum Estudante terá caẽs, nem aues de caça, em sua casa, ou em casa de outrem, sõ pena de hum cruzado cada ues que nisso for comprehendido, a metade pera o Meirinho e a outra a metade pera quem o acusar, e das mais penas, ou castigos escholasticos que ao Reitor parecer.

Teresa Maria Rodrigues da Fonseca Rosa
Pós-doutoramento no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, com o tema: O Ensino Jesuíta em Portugal no Antigo Regime: Documentos, Figuras e Instituições (Séc. XVI a XVIII).

http://www.ie.ul.pt/pls/portal/docs/1/424462.PDF
http://www.ie.ul.pt/pls/portal/docs/1/424474.PDF

(Recebido por e-mail)

COMPLICADAS DE ENTENDER

O desabafo de safo
by Christiana Nóvoa

....
pois em verdade eu te digo
digas tu o que disseres
as palavras, meu amigo
são mulheres


MINHA RESPOSTA a CHRISTIANA
:
complicadas de entender
e já eu as estudei tanto

ainda não as sei ler
- suspeito sejam

esperanto

Platero
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Obras regressam às arcadas

Pinturas decorativas encontradas nas arcadas da Rua João de Deus, junto à Praça do Giraldo, começam esta semana a ser restauradas.

A Câmara de Évora iniciou em Abril uma intervenção global de limpeza e requalificação do espaço público, a que chamou “Évora merece! Recuperar, manter, limpar.”

Neste contexto, e quando se preparavam as superfícies a tratar, foram descobertas pinturas de interesse histórico de dois tipos. Por um lado, as pinturas decorativas a fresco, que se suspeita serem do séc. XVIII, nos arcos e abóbada do n.º 6 da rua João de Deus; por outro, pinturas publicitárias noutras abóbadas da mesma rua, cujo valor histórico está a ser avaliado.

Tendo começado pela sala de visitas da cidade, a Praça do Giraldo, os trabalhos de limpeza e manutenção foram entretanto interrompidos devido à necessidade colocada pela Direcção Regional de Cultura de concertar aspetos de ordem técnica, nomeadamente relativas aos materiais a usar.

Depois das avaliações dos especialistas em restauro, e das equipas operacionais da Câmara preparadas para estes trabalhos se terem concentrado na feira de S. João e em intervenções nalgumas escolas no âmbito do arranque escolar, voltam todos, desde esta segunda feira (20 de Outubro) a concentrar-se no arranjo das arcadas.

As arcadas do coração da cidade, e particularmente as da Rua João de Deus, deverão ficar no final desta intervenção ainda mais valorizadas com o acréscimo de interesse artístico na zona central da cidade, já bastante reconhecida e apreciada por residentes e visitantes.

(informação CME)

Bonecos & Campaniça
Uma produção É Neste País

20 Outubro 2014

Em reparação ponte na Ecopista, junto à estrada do Senhor dos Aflitos (Louredo)

Intervenção dos serviços municipais arranja uma das pontes da ecopista que teve de ser interditada dada a perigosidade da sua utilização.

Encontrada a melhor solução técnica para o local, que passou pelo reforço da estrutura metálica, através da colocação de perfis em ferro, e a instalação de um pavimento em material plástico, cem por cento reciclado. Esta intervenção procura minorar o impacto junto dos utilizadores, sendo expectável que a obra esteja terminada até ao final da semana.

FIKE 2014 arranca amanhã, terça-feira, 21 de Outubro

Sessão de Abertura do FIKE 2014 - 12.º Festival Internacional de Curtas-Metragens terá lugar amanhã, às 21h30, no Auditório da Universidade de Évora.

Confirmaram a sua presença as seguintes autoridades; Presidente da Câmara Municipal de Évora, Dr. Carlos Pinto de Sá, Vereador da Cultura da C.M. de Évora, Dr. Eduardo Luciano, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, Dr. António Ceia da Silva, Reitora da Universidade de Évora, Profª. Ana Costa Freita, Directora Regional de Cultura do Alentejo, Dr.ª Ana Paula Amendoeiras, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Dr. Dr. António José Dieb e o Director do FIKE, João Paulo Macedo.

Também amanhã, em Évora e Beja, arrancam sessões competitivas, mostras paralelas, masterclasses, workshops, exposições e concertos musicais.

39 filmes oriundos de vários países e selecionados das 1004 curtas-metragens enviadas ao festival, originárias de 44 países, nas categorias de ficção, animação e documentário, estarão em competição no festival, que decorrerá simultaneamente, a partir de amanhã e até ao próximo dia 25 de Outubro, nas cidades de Évora (Auditório da Universidade) e em Beja (Teatro Pax Julia, entre os dias 22 e 25). Este ano, iremos ver filmes provenientes da Polónia, Israel, Irão, Iraque, Roménia, Itália, Letónia, Estónia, Suíça, Bélgica, Holanda, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Espanha e ainda de Portugal, que conta este ano com nove curtas a disputar os troféus do festival. No FIKE, pela primeira vez, será atribuído o Prémio Comendador Rui Nabeiro à melhor curta-metragem portuguesa, prémio pecuniário no valor de 750 Euros.

O FIKE – Festival Internacional de Curtas-metragens 2014, é promovido pela Sociedade de Instrução e Recreio Joaquim António de Aguiar, pelo Cine Clube da Universidade de Évora em parceria com a Estação Imagem e Associação Lendias d’Encantar e conta com o apoio do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e da Direção Regional de Cultura do Alentejo / Governo de Portugal, dos Municípios de Beja e Évora e  da Universidade de Évora. O festival é cofinanciado pelo QREN da União Europeia, no âmbito do Programa Operacional INALENTEJO.

Mais informação AQUI.

EUROPA


a Europa faz xixis
e cocós
por todo o lado

- a toda a hora -

a Europa está rota

a Europa
é Continente

incontinente

Platero
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Em 2015 os portugueses pagarão mais €2.006 milhões de impostos e as empresas menos €892 milhões

Está neste momento em curso uma gigantesca operação de manipulação e mentira levada a cabo pelo governo com o objetivo de convencer a opinião pública que se verificará em 2015 uma redução da carga fiscal. Infelizmente vários órgãos de comunicação social e mesmo jornalistas têm colaborado nessa campanha de engano dos portugueses. O que vai acontecer em 2015 é outro enorme aumento de impostos sobre os trabalhadores, pensionistas e outras classes que não auferem rendimentos de capital, e uma redução muito importante dos impostos sobre as empresas que beneficiará fundamentalmente as grandes empresas, com lucros elevados, que verão os seus lucros aumentar ainda mais, porque pagarão muito menos impostos ao Estado, podendo-se dizer mesmo que esta quebra é financiada pelas famílias portuguesas. É isto que mostraremos utilizando os próprios dados oficiais constante do Relatório do governo que acompanha o Orçamento do Estado. (Ler mais AQUI.)

por Eugénio Rosa

19 Outubro 2014

Tal como em Évora
Negócios ruinosos da água celebrados por vários municípios



Neste episódio do "Sexta às 9", investigaram-se os negócios ruinosos da água celebrados por vários municípios. Só Barcelos, já tem uma dívida de quase 172 milhões de euros ao concessionário.

E em Évora não é muito diferente. Todos os anos, entre aquilo que os eborenses pagam na facturação e aquilo que a AdCA exige da CME, há um prejuízo de 5 milhões de euros. Até a água da chuva que chega às ETAR's é facturada como se de esgoto se tratasse.

DECO (R) TE

teu decote
na blusa
no vestido

mostra o recorte
do rego
dos teus seios

em Y
invertido

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Plenário CDU Évora

18 Outubro 2014

O E

mais do que
de erotismo
este governo sofre
de priapismo ORÇAMENTAL

Platero
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17 Outubro 2014

“Pelos Caminhos do Concelho – Ao encontro das populações”

Amanhã, 18 de Outubro, Presidente da Câmara Municipal e Vereadores visitam a União das Freguesias da Malagueira e Horta das Figueiras.

União das Freguesias de Bacelo e Senhora da Saúde convida população a participar no Plano de Actividades de 2015

Hilariante...


(clique sobre a imagem para ampliar)
Troca de email entre 2 socialistas foi parar por engano à delegada regional de educação...
Ela responde com conhecimento para todos os funcionários. Hilariante.

por zefio zefio

15.ª edição do Encontro Internacional de Arte Jovem

Até ao final de Outubro decorre em Évora o 15º Encontro Internacional de Arte Jovem, organizado pela TEOARTIS Galeria em parceria com a Câmara Municipal de Évora e com apoio da Fundação Eugénio de Almeida.

O festival iniciou-se esta semana, com destaque para a receção dos participantes (escolas) e entrega de diplomas aos vencedores nos Paços do Concelho. Além de ficarem em Évora durante uma semana, os participantes visitam locais à volta e desenham na cidade. A exposição dos trabalhos permanece até dia 28 de Outubro no Palácio D. Manuel, Museu de Évora, Paços do Concelho e TEOARTIS.

Participaram 45 escolas com 1459 trabalhos, tendo sido selecionados 1136. China, Rússia e Polónia classificaram-se este ano como os melhores em termos de grande prémio e coleções. Foram atribuídos prémios Mérito Ouro (45); Mérito Prata (47) e Menções Honrosas (178) a jovens da Bielorrússia, Bulgária, China, Egipto, Alemanha, Índia, Macedónia, Polónia, Roménia, Rússia, Servia, Eslováquia, Eslovénia e Ucrânia.
Vieram também professores da Bulgária; China, Eslovénia, Montenegro; Rússia, Egipto, Servia e Ucrânia.

Esta 15.ª edição do Encontro Internacional de Arte Jovem foi acolhida com o maior entusiasmo por parte da autarquia eborense, enquanto exemplo de fomento da prática artística e de diálogo transcultural, pelo que a Câmara Municipal espera que a cidade se associe ativamente à iniciativa e que esteja atenta ao pulsar da criatividade que vai andar pelas suas ruas.

(Informação CME)

REITERADO RECADO A HENRIQUE

extensivo a todos os Henriques e Henriquetas deste MUNDO

Mais vale ser HENRIQUE

do que ENRIQUEser


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Com quantos pontos se conta um conto?
é neste país! | 18 Outubro 2014, pelas 11:30


Gertrudes Pastor & Rui Melgão
--
é neste país!
Rua da Corredoura nº8, Évora
http://nestepais.wordpress.com/

16 Outubro 2014

Câmara alarga discussão do Orçamento aos funcionários municipais

No âmbito da criação de espaços de participação na construção do Plano e Orçamento da edilidade para 2015, a Câmara Municipal de Évora tem vindo a realizar uma série de reuniões setoriais com os diversos serviços municipais com o intuito de alargar esta discussão e recolher o maior número de contributos.

A este propósito teve lugar, no Palácio D. Manuel, esta quarta-feira, dia 15 de outubro, mais uma reunião, que contou com a presença de cerca de duas centenas de funcionários, durante a qual houve a oportunidade de todos expressarem a sua opinião sobre as obras e iniciativas que consideram fundamentais para a construção de um concelho ainda melhor.

Neste encontro, o segundo de um conjunto de reuniões, a Câmara Municipal de Évora esteve representada ao mais alto nível através do Presidente, Carlos Pinto de Sá, e do vereador João Rodrigues, dando corpo ao compromisso de envolver os trabalhadores ao nível da participação nas decisões da câmara.

Com estas reuniões, a Câmara Municipal de Évora procura potenciar os valores da democracia e incentivar toda a comunidade na participação na gestão pública local.

(informação CME)

SEMPRE TIVE A MANIA
DA CONTAMINAÇÃO ETIMOLÓGIA ENTRE OS POVOS

pouco provável
mas não deixa de me parecer aceitável
que o FARNETO (próximo de reguila e desocupado, na minha Aldeia)

descenda do italiano/universal FAR NIENTE

Platero
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Em S. Pedro da Cova
Grupo Cénico da SOIR Joaquim António D'Aguiar apresenta "Noite de Comédias"

Sábado dia 18 de Outubro O Grupo Cénico da SOIR Joaquim António D’Aguiar, com o apoio da Câmara Municipal de Évora, apresenta ”Noite de Comédias” em S. Pedo da Cova, no âmbito de um festival de teatro, organizado pela Junta de Freguesia daquela localidade, do norte do país.

A freguesia de São Pedro da Cova encontra-se a oeste da Serra de Valongo, na zona de Vale do Souto.

Com a descoberta de carvão mineral, a partir do final do século XVIII, S. Pedro da Cova desenvolve-se, a partir de uma economia industrial, deixando para segundo plano a agricultura, criando um importante complexo mineiro.

Toda a história da freguesia e da sua actividade económica pode ser revisitada no seu Museu Mineiro.

“Noite de Comédias” com textos de Anton Tchekhov, tem encenação de João Bilou, cenários e adereços de António Canelas, Desenho de luz de António Rebocho, Cartaz/ programa e operação luz de Fernando Dias, som de Marta Robalo, Fotografia de Joana Caço, Caraterização de Carina Nave, e Interpretação de Duarte Guerreiro, David Antas, José Lourido, Marco Silva, Sílvia Mendes, Maria Rosmaninho e Inês Siquenique.