17 Março 2006

Mortes anunciadas?!...



“Estava aos olhos de todos que a intervenção efectuada no local só poderia dar nisto, a morte do sobreiro. Mesmo que lá ponham outro vai demorar bastante o seu crescimento, mas se continuar tudo como está também irá morrer.
Já agora olhem que qualquer dia todos os sobreiros estarão mortos.”

Anónimo
- 3/16/2006


Ao leitor que nos enviou as fotos, os nossos agradecimentos.

18 Comments:

Anonymous Anónimo said...

TUDO PRESO!!!!!!!!!! Pseudo-ARQUITECTOS, PSEUDO-ENGENHEIROS....COMO FOI POSSIVEL TANTA INCOMPETECIA, INSENSIBILIDADE PARA FAZER UMA BARBARIDADE DESTAS???

17 Março, 2006 11:01  
Anonymous Anónimo said...

CAMBADA DE ASSASSINOS...INCOMPETENTES...COMO FOI POSSIVEL ISTO MEU DEUS! EU QUE NASCI NO BAIRRO SRA DA GLORIA Á 39 ANOS CONHECIA ESTA MAJESTADE DESDE SEMPRE... FOI UMA DAS ARVORES MAIS BELAS QUE EU VI EM TODA A MINHA VIDA...QUERO SABER OS NOMES DOS INVIVIDUOS QUE PERMITIRAM ESTA BARBARIDADE!!!! TODOS!! DE CERTEZA QUE FORAM ARQUITECTOS E ENGENHEIROS QUE NÃO TEM COMPETENCIA PARA TRABALHAR NOS PRIVADOS E ANDAM A CHULAR O ESTADO!!

17 Março, 2006 11:08  
Anonymous Anónimo said...

Eu acho que devíamos fazer um linchamento popular. Com a Malagueira ninguém se mete. Acho que deviamos partir tudo. Ai que raiva.

17 Março, 2006 14:30  
Anonymous Anónimo said...

Eu percebo a raiva que sentem as pessoas perante tamanha barbaridade. No entanto perde-se a razao quando se começa a ter este tipo de linguagem, mesmo no sentido figurado! Penso que é preciso reflectir sobre este tipo de problematica para nao deixar que se repita. Em primeiro lugar é preciso que o executivo da CME assuma as responsabilidades politicas por este infeliz acidente ao nao tentar sacudir a agua do capote enviará uma mensagem clara de responsabilidade e de certa maneira de uma tomada de consciencia! Infelizmente foram muitas coisas que foram cortadas e que prejudicaram gravemente a cidade e os seus habitantes. Em contra partida houve muita coisa indesejável senao mesmo prejudicial que cresceu entre nós! Basta olhar para o estado em que está o nosso centro hitórico por exemplo e as consequencias que disso vieram em termos de qualidade de vida dos seus ocupantes sejam eles moradores ou comercientes. O Sr. Presidente da CME, por acções, omissões e declarações não tem ajudado a mudar esta situação até pelo contrario! Por fim, a pergunta que vem a cabeça de todos nós independenmente das cores das camisolas, pois a sombra da sobreira era para todos, "Quantas arvores é preciso abater mais, para acordar deste pesadelo?"

17 Março, 2006 15:40  
Anonymous Anónimo said...

Lá estão os Comunas a aproveitar-se duma situação que não tem nada a ver...

17 Março, 2006 16:19  
Anonymous Anónimo said...

"Lá estão ..." É caso para dizer ao Sr. assessor: "That's all folks"!?...É tudo o que tem a dizer Sr. assessor? Deveria mas é ter vergonha na ponto dos dedinhos!!!

17 Março, 2006 17:19  
Anonymous Anónimo said...

Aos bárbaros que apenas conseguem descortinar interesses partidários, onde existe justificada indignação e raiva, tenho de lhes dizer que não passam de tontos trogloditas, armados em chico-espertos.

Infelizmente alguns desses espécimes são dirigentes da CME, sem que mostrem a minima capacidade para isso (mas disso não têm culpa). Repare-se neste caso do sobreiro e nas declarações e no comunicado rasca que emitiram:

“Não se pode garantir que exista relação entre a execução da obra e a morte do sobreiro”
Talvez não, mas pode-se garantir que até à obra o sobreiro estava vivinho e de boa saúde. De outra forma não teria sido classificado em 2001. Também se pode perceber (e garantir), pelas ruas que o cercaram, que parte das raízes foi cortada e, maior parte ainda, ficou gravemente prejudicada.

“Câmara abate sobreiro em fim de vida”
Com certeza, mas depois de lha tirarem.

“Este sobreiro, que já tinha sido desclassificado pela Direcção Geral dos Recursos Florestais”
“Após a autorização concedida pela Direcção Geral de Recursos Florestais, efectuou-se o abate”
Para quê estas referências à DGF, senão para tentar sacudir a água do capote. Todos sabem que quem classifica e desclassifica é a DGF. E também é claro que a desclassificação só aconteceu porque o sobreiro estava quase seco. Porque razão estava seco? Esta a questão que nos interessa, mas para a qual a CME nem esboçou resposta. Nem que fosse para, humildemente, reconhecer que não sabia. Mas sabem lá os ARROGANTES o que é humildade.

“Imagem de marca” desta via pública, e que ali permaneceu após a construção das novas variantes”
Permaneceu?! Mas em que estado? Amputado e sem espaço, que esperavam que lhe acontecesse?

"o espaço deixado vago por esta árvore irá ser ocupado por um novo sobreiro”
E só faltou prometer que seria da mesma idade e tamanho.
Até podíamos entender esta solução simbólica (porque não passa de acto simbólico) se descortinássemos, uma réstia que fosse, de vontade em perceber os erros cometidos e aprender com eles, para não voltar a repetir. Mas não, apenas MEIAS-VERDADES, MEIAS-MENTIRAS, SOBERBA, ARROGÂNCIA e DEMAGOGIA.

É caso para se dizer que para escreverem comunicados destes, mais valia estarem quietos!

17 Março, 2006 17:31  
Anonymous Anónimo said...

Cambada de Porcos Assassinos! Podem até dizer que sou mal educado e sem principios mas digo: PORCOS! ASSASSINOS! INCOMPETENTES!

17 Março, 2006 17:42  
Anonymous Anónimo said...

Serão os génios imunes a momentos de menos brilho e a produções menores? Acontecerá que as mentes superiormente inteligentes também são susceptíveis de erros? O que faz com que uma obra seja “obra de arte”, produção superior, exemplar, digna de ser reverenciada? O facto, em si, do seu criador, ou o resultado da criação? Miguelangelo ou Da Vinci, por exemplo, ou Piero de la Francesca, terão abominado e destruído, eles próprios, alguma das suas obras, por as considerarem indignas ou menores, ou não terão tido nem obras nem momentos desses? Toda a obra de Frank Gery, Sisa Vieira e outros reconhecidos – com justiça – artistas é digna de igual nota e de constituir emblema das cidades e do mundo, ou, quando são emblemáticas, são-o pressupondo um exercício duro de auto-crítica e de selecção aturada, de eliminação?

Existe a genialidade não reconhecida? Há obras e autores que não saem do anonimato, mas sendo que mereceriam sair? Muitas obras e muitos autores não serão injustamente louvaminhados e endeusados fundamentalmente por força das circunstâncias e do medo por parte dos críticos, por parte dos supostos cultos bem-pensantes ou por parte dos devedores de favores ou dos que esperam benesses, que muito vezes até acumulam essas qualidades ou circunstâncias? E quantos outros, pelo contrário, jamais verão o seu mérito e a qualidade, embora tendo-os, reconhecidos precisamente pelas mesmas razões?

Qual o papel dos poderes públicos enquanto “encomendadores” e “aquisidores” de arte? Em que medida a “consagração” dos produtores pode e deve ser erigido em primeiro critério de escolha, em primazia de selecção, ou em justificação da preterição da competitividade ou da concorrência? Pode-se ou deve-se exigir competitividade, o confronto, a comparação, a disputa também nesses casos e domínios? A encomenda e aquisição públicas de arte devem também ser meio de descoberta e lançamento de novos valores, de novos estilos, de novas correntes?

Postas por mim a mim próprio estas dúvidas, que decorrem da minha ignorância, do meu espírito inculto e desta minha sensibilidade embotada que me leva a gostar de coisas tão “naïves” que fazem rir os senhores dos salões e das galerias, e que me impedem de, por exemplo, sem ajuda e esclarecimento externo, ficar embasbacado ou até tão somente entender coisas que, afinal, me dizem ser de génio e destinadas a entrar e ficar na história, posto aquilo, dizia, deixem-me dizer e confessar algumas barbaridades.

Cá para mim, o “Mestre” Cutileiro, quando, imaginado e levantado o arco que foi mandado colocar no esconso das Portas do Raimundo, viu a obra, deleitou-se de gozo e riu. É que viu que a obra era menor – aliás tinha-lhe dado a pouco esforço ao concebê-la – mas que era útil – porque via-se, mas com grande ganho, livre de inconvenientes e estorvantes monos que se lhe acumulavam no logradouro do ateliê . E dava, ainda, para se rebolar de gáudio perante o pasmo dos basbaques. Que para mais lha pagavam a preço de ouro.

Ou, então, terá sido outra a hipótese. Lê-se em alguns livros que, quando se atingem determinados patamares da fama, se perde o sentido da auto-avaliação e da auto-crítica e se cai no atavismo narcísico. Os espelhos reflectem-lhes o ego desmesurado. Tornam-se “coquettes”, boquinhas, pedantes. Ficam assim como certas primeiras damas ou esposas de ministros ou de outros potentados, nacionais ou até mesmo locais: muito tafetás, hirtas, maneirosas, queques, tias.

Seja qual for ou tiver sido a hipótese, sinto-me mal. Olho para aquilo, e apetece-me dizer que, de obra de arte, é um bom exercício de estaleiro de pedreira.

E pronto. Cá, mais uma vez, me expus, a mim e à minha ignorância e ao meu embotamento artístico. Vá lá, consolo meu, que ainda darei ao “mestre” mais um motivo para um saracoteio e um “pufffff….” de superior desdém. Que é bem merecido, para não me dar a pretensões. O que me vale é que, cobarde que sou, escrevo sob anonimato.

Mas verdade, verdade, dói-me. Gostaria de ter visto um concurso de ideias, um crivo de pré-produção, que quem se quisesse habilitar se tivesse exposto. É que, utilizando aquele argumento a que muita gente é sensível, ainda que, no entender dos ilustrados, um bocado tosco, vejo ali também algum do meu dinheiro. E ainda continuo a sentir-me incomodado quando por ali passo. Acho que continuarei a ouvir durante muito tempo o riso escarninho do “Mestre”, ou, na segunda hipótese, a ver o seu passo donairoso, dançarino. E a minha sensibilidade não aguenta tanto.

Sinto que aquela obra não ficará nos anais da arte. Mas oxalá o “mestre” fique, até porque - confesso, posso confessar aqui, vantagens do anonimato! – tendo eu feito mão baixa, aqui há tempos, a um esquisso do dito aquando de uma minha passagem por uma galeria de arte em que obras dessas estavam expostas, quando numa fase difícil da minha vida tive que fazer umas jornadas numa empresa de limpezas e catering (acho que é assim que se diz!), veria a minha herança valorizada. E como à minha descendência nem sequer a memória de uma mente culta deixo, pois que, como dito, não tenho tal, sempre seria um motivo de lembrança e de orgulho na ancestralidade, além do bom proveito. A minha descendência agradeceria.

Dizem-me que o “Mestre” se assomou a escultor do regime. E que, por isso, mérito dele, dispensa que o regime se dê a trabalho: basta chamá-lo, que escolhido está. Chatice o Sr, Dr, Mário Soares não se ter alcandorado de novo a presidente.

Bem me prece que este regime anda a precisar de ser mudado.

Fico ansiosamente à espera que, como alguém já alvitrou, o tal camião das pedras por ali depressa passe e leve o entulho.

Mas , já agora, não as descarregue no sítio da árvore!

18 Março, 2006 00:55  
Anonymous Raul Barreiros said...

Um grande "Bravo!!!" ao anónimo anterior.
E, acrescento. Gostaria de ter visto a cara do "Mestre" ao ver uns burrinhos, pastando algumas ervitas junto à obra de arte, protegidos pelas grades.
Segundo opinião do dono dos burros, este monumento sempre tem alguma utilidade.

18 Março, 2006 09:00  
Anonymous Anónimo said...

Não haja apoquentações. É que o sito já estaria reservado há muito para a tríptica estatuária do Néné, da LiLi… o terceiro ainda é segredo. Aguardava-se o ristailing da Lili, que o fez recentemente em Barcelona. Por isso parece que os martelos já martelam. E por isso só agora a árvore foi abaixo. A inauguração está prevista para a próxima edição da Évorafeichan. Estou ansioso e excitado!

18 Março, 2006 09:18  
Anonymous Anónimo said...

Só gostava de saber onde estavam os Senhores da QUERCUS e das outras Associações ambientalistas
1º Quando foi desclassificada a dita arvore pela DGF
2º Quando foi anuciado o seu abate
Este Sobreiro estava no Alentejo ,longe das câmaras de TV, onde estes Senhores gostam de aparecer

O ESCORPIÃO

18 Março, 2006 11:50  
Anonymous Anónimo said...

Meus amigos lembram-se de uns rapazes, ecologistas de gabarito, os PIMTAÌ, que em tempos da CDU, até fizeram uma manisfestação , com cruzes e fitas negras nas árvores (por sinal podadíssimas por anos e anos de ignorância técnica, que houve que abater a quando da obra do Jardim do Paraíso?
Onde estão agora? A fazer teatro para o regime?
E as associações ambientalistas, que até têm sede em edifícios da CME (mata do jardim público, escola de S. Matias e escola de S. Antonico), ao que dizem com actividade muito reduzida?
Será por isso que estão "mudas e quedas"?
Tenham paciência, nos tempos em que a inocência não existe mais, as associações ambientalistas, como outros movimentos pseudo-apartidários, pela sua prática, servem objectivamente os interesses de alguns.
Numa época em que se diaboliza os partidos políticos e é "bem" ser-se apartidário, eu diria: antes pertencer claramente a um partido onde me reconheça ideologicamente do que a um movimento que julgo "independente" e que é (e sou) usado por qualquer partido político que quero (por cobardia)rejeitar.

19 Março, 2006 11:24  
Blogger ARV said...

Muito bem, o folclore

21 Março, 2006 17:06  
Anonymous Anónimo said...

I say briefly: Best! Useful information. Good job guys.
»

18 Julho, 2006 00:17  
Anonymous Anónimo said...

Great site lots of usefull infomation here.
»

19 Julho, 2006 18:21  
Anonymous Anónimo said...

I find some information here.

20 Julho, 2006 16:34  
Anonymous Anónimo said...

Here are some latest links to sites where I found some information: http://google-index.info/2344.html or http://indexmachine.info/1107.html

24 Julho, 2006 02:05  

Enviar um comentário

<< Home