Não há respeito pelos mortos. Hoje, domingo, lá fui visitar os meus pais que se encontram na sua última morada, a fim de colocar um ramo de flores na sua campa. Infelizmente, nem naquele local eles conseguem obter o devido descanso que não alcançaram nesta vida. É triste, mas é verdade, o rodopio de automóveis a entrar no cemitério do Espinheiro é algo que não passa pela cabeça de ninguém. Pensava eu, que a entrada de automóveis naquele local apenas era permitido quando necessário e no caso de se tratar de pessoas com deficiência motora. Pensava eu mas estava enganado, pois é ver as pessoas a saírem da sua viatura e deslocarem-se à respectiva campa, sem sequer um simples coxear, até comentei com amigos, que andavam tão bem ou melhor do que eu. Era velos a entrar com duas ou mais pessoas, daqueles que vi nessa cerca de meia hora (cerca de meia dúzia), apenas uma viatura, com cerca de 6 passageiros todos eles com óptimo aspecto, salvo uma velhota. Penso que essa senhora seria a causa dos restantes marmanjos entrarem de popó no local que deveria ser reflexão e de serenidade. Não sei qual é o regulamento que permite a entrada de viaturas dentro daquele local, mas algo está errado, há que verificar o que se está a passar, pois se há casos de necessidade e sei que os há, então há que arranja uma maneira de acabe com esta autentica romaria. Inclusive houve uma viatura que não se ficou na rua principal, entrando numa das ruas laterais que vão dar aos talhões onde se encontram as campas, lá dentro seguiam duas pessoas com óptimo aspeto. Isto é algo que não passa pela cabeça de ninguém, é algo impensável numa sociedade que se diz solidária e que respeita os seus mortos. Há pois que os responsáveis verifiquem o que se está a passar… Não acredito que não seja possível acabar com esta autentica pouca vergonha. Se calhar bastava possuir uma cadeira de rodas para as pessoas com problemas motores e logo veríamos quantos “inválidos” as usariam. A culpa é de todos nós, que ainda utilizamos o carro como uma extensão do nosso ego, mas principalmente aqueles que cometem esta “fraude” bem com os responsáveis pelo cemitério.
Hoje cerca das 10h30, andava eu na ecopista com a minha BTT no alto a seguir à estação da Graça do Divor, quando vi dois caçadores a caçar coelhos mesmo dentro da ecopista. Será isto legal, a quem devemos recorrer para assegurar a integridade física de todos aqueles que praticam este salutar desporto? E se repente tem saltado um coelho? Será que não seriamos atingidos, pois infelizmente todos nós sabemos que os caçadores não vem nada à sua frente e disparam para tudo o que mexe… MdM
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Não há respeito pelos mortos.
Hoje, domingo, lá fui visitar os meus pais que se encontram na sua última morada, a fim de colocar um ramo de flores na sua campa.
Infelizmente, nem naquele local eles conseguem obter o devido descanso que não alcançaram nesta vida.
É triste, mas é verdade, o rodopio de automóveis a entrar no cemitério do Espinheiro é algo que não passa pela cabeça de ninguém.
Pensava eu, que a entrada de automóveis naquele local apenas era permitido quando necessário e no caso de se tratar de pessoas com deficiência motora.
Pensava eu mas estava enganado, pois é ver as pessoas a saírem da sua viatura e deslocarem-se à respectiva campa, sem sequer um simples coxear, até comentei com amigos, que andavam tão bem ou melhor do que eu.
Era velos a entrar com duas ou mais pessoas, daqueles que vi nessa cerca de meia hora (cerca de meia dúzia), apenas uma viatura, com cerca de 6 passageiros todos eles com óptimo aspecto, salvo uma velhota. Penso que essa senhora seria a causa dos restantes marmanjos entrarem de popó no local que deveria ser reflexão e de serenidade.
Não sei qual é o regulamento que permite a entrada de viaturas dentro daquele local, mas algo está errado, há que verificar o que se está a passar, pois se há casos de necessidade e sei que os há, então há que arranja uma maneira de acabe com esta autentica romaria.
Inclusive houve uma viatura que não se ficou na rua principal, entrando numa das ruas laterais que vão dar aos talhões onde se encontram as campas, lá dentro seguiam duas pessoas com óptimo aspeto.
Isto é algo que não passa pela cabeça de ninguém, é algo impensável numa sociedade que se diz solidária e que respeita os seus mortos.
Há pois que os responsáveis verifiquem o que se está a passar…
Não acredito que não seja possível acabar com esta autentica pouca vergonha.
Se calhar bastava possuir uma cadeira de rodas para as pessoas com problemas motores e logo veríamos quantos “inválidos” as usariam.
A culpa é de todos nós, que ainda utilizamos o carro como uma extensão do nosso ego, mas principalmente aqueles que cometem esta “fraude” bem com os responsáveis pelo cemitério.
Manuel Paixão Garcia
Hoje cerca das 10h30, andava eu na ecopista com a minha BTT no alto a seguir à estação da Graça do Divor, quando vi dois caçadores a caçar coelhos mesmo dentro da ecopista.
Será isto legal, a quem devemos recorrer para assegurar a integridade física de todos aqueles que praticam este salutar desporto?
E se repente tem saltado um coelho? Será que não seriamos atingidos, pois infelizmente todos nós sabemos que os caçadores não vem nada à sua frente e disparam para tudo o que mexe…
MdM
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