25 Fevereiro 2012

Mais 300 milhões para o buraco do BPN

(Manchete PÚBLICO, 25 Fevereiro 2012)

Depois queixam-se que não há dinheiro...

12 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Porque se nacionalizou?
O bloco de esquerda e partido socialista devem explicações!

25 Fevereiro, 2012 16:57  
Anonymous Anónimo said...

Primeira questão:
- Porque se nacionalizaram apenas os prejuízos e se deixaram os lucros nas mãos dos responsáveis pelas vigarices que levaram o banco à falência?

Segunda questão:
- porque não se investiga, acusa e condenam os responsáveis pelos crimes?

Terceira questão:
- Porque se limita o actual governo a queixar-se da herança recebida, mantendo o rumo traçado e nada fazendo para responsabilizar levar os responsáveis a responder perante a justiça?

Não será porque este é mais um governo, à imagem dos anteriores, que se mostrar forte com os fracos, mas é subserviente e fraco perante os fortes?

25 Fevereiro, 2012 17:19  
Anonymous Anónimo said...

Não investigam o roubo, não punem os criminosos, e ainda os recompensam, tapando os buracos com o dinheiro do estado.
Estão a proteger os gatunos que enriqueceram à sombra da SLN e BPN.
A começar pelo Presidente da Republica, passando pelo séquito de apaniguados que fizeram parte do seu governo (Oliveira Costa, Dias Loureiro, Duarte Lima, etc.), e a acabar no Mira Amaral, que agora é testa de ferro da gatunagem angolana que está a comprar Portugal ao desbarato.
E nós a pagar
2,4 MIL MILHÕES, pelos buracos
e mais 5,5 MIL MILHÕES em avales, através da CGD.

Aconselho a leitura do editorial do Público de hoje.

25 Fevereiro, 2012 18:47  
Anonymous Anónimo said...

Que bem fica o Cavaco, com o chapéu à Al Capone!

25 Fevereiro, 2012 19:55  
Anonymous Anónimo said...

@16:57
O que o país precisa são acções contra os criminosos e seus encobridores, e não explicações.

25 Fevereiro, 2012 20:43  
Anonymous Anónimo said...

Muitos milhões para o BPN. Ainda bem para mim que deposito lá meus tostões.
Será que vão resultar em milhões ou nunca vão passar de tostões?

outpro ulaudg

Que coisa ter de escrever estas palavras mais que esdrúxulas....

26 Fevereiro, 2012 00:45  
Anonymous Anónimo said...

00.45

Vê-se aprendes a escrever sem erros...

As novas oportunidades não te conseguiram pôr a escrever sem erros?

Idiota.

26 Fevereiro, 2012 09:26  
Anonymous Anónimo said...

Era sabido por todos que a nacionalização da pare criminosa ia trazer elevados custos,primeiro garantir depósitos de seguida pagar os desfalques de seguida ter liquidez financeira para poder vender dinheiro,resultado já lá vão 2 ,5 mil milhões de euros de um banco que só vale 40 milhões.
Ficar o estado com o banco ainda era pior se o banco não conseguir sobreviver o estado ainda tinha que pagar mais de mil milhões de euros,assim quem comprou ficou com esse risco nas mão,por isso apareceram só 3 interessados.
É a pior e mais ruinosa nacionalização que se vez até hoje.

26 Fevereiro, 2012 10:36  
Anonymous Anónimo said...

«Era sabido por todos que a nacionalização da pare criminosa ia trazer elevados custos...»

Então, se era assim, porque não responsabilizam os autores dessa decisão fraudulenta e os metem na cadeia, juntamente com os criminosos que levaram o banco à falência?
Porque carga de água há-de ser o povo, com os seus impostos, a pagar as fraudes e as vigarices dessa gente?

26 Fevereiro, 2012 19:04  
Anonymous Anónimo said...

O ano de 2012, que o governo Coelho/Portas anunciou como o do início da “recuperação” económica, vai afinal significar um agravamento inaudito em todos os indicadores que permitem avaliar as condições de vida do povo trabalhador em Portugal. A própria Comissão Europeia, cujas previsões são constantemente negadas pela realidade, para pior, veio agora anunciar que o país vai registar este ano um decréscimo no Produto Interno Bruto de 3,3% (o pior de toda a União Europeia, com excepção da Grécia) e que o desemprego continuará a subir para além dos já cerca de um milhão e duzentos mil trabalhadores actualmente desempregados. Para além disso, Portugal, mesmo com a actividade produtiva em liquidação acelerada, registará a taxa de inflação mais alta de toda a UE, seguramente muito acima do valor estimado de 3,3%, o qual significa para a população trabalhadora, pela diminuição que acarreta no seu poder de compra, um novo imposto de igual montante ao daquela taxa de inflação.


Como não pode deixar de acontecer, a dita previsão de -3,3% na contracção do PIB destina-se a ser permanentemente ultrapassada para baixo, à medida que a crise se for agravando. Basta referir que a primeira previsão para 2012, feita pelo governo em Setembro de 2011, foi de -1,8%, logo corrigida em Outubro para -2,5%, novamente alterada em Dezembro para -3%, agora colocada em -3,3%, e assim sucessivamente. Fecham empresas aos milhares, despedem-se trabalhadores às centenas de milhar, reduz-se a produção nos serviços públicos para não se pagarem os salários e despedirem-se os respectivos trabalhadores.


A acelerada contracção do PIB que está em curso faz aumentar continuamente o endividamento externo e os respectivos juros. Apesar dos brutais aumentos de impostos sobre os trabalhadores decretados pelo governo, o montante total recolhido em impostos está a diminuir por força da diminuição da actividade económica e do aumento do desemprego (menos 8% em Janeiro relativamente a igual mês do ano anterior), o que torna inevitável novas medidas de austeridade, maior decréscimo da produção nacional, mais desemprego, mais roubos no salário e no trabalho, mais impostos, menos saúde, menos segurança social, menos educação, num ciclo infernal que tem de ser urgentemente rompido pela força e pela luta das massas trabalhadoras e da população oprimida em geral.


O país não aguenta mais esta situação. A dívida pública, que não foi contraída pelo povo português nem em seu benefício, tem de ser repudiada. É preciso pôr em prática um plano nacional de desenvolvimento económico a favor da população trabalhadora e não dos grandes capitalistas e exploradores. Os trabalhadores têm de unir esforços para derrubar o actual governo de traição nacional e substitui-lo por um novo governo unitário de esquerda, democrático e patriótico.

26 Fevereiro, 2012 19:37  
Anonymous Anónimo said...

«Bjork, a mais emblemática das cantoras da Islândia, disse há uns meses que, como a maioria dos islandeses, teve um curso de choque frontal com a economia.

A Islândia sobreviveu muito dorida ao desmoronar da bolha financeira e, quatro anos depois, foi retirada do caixote do lixo pelas agências de notação. Para isso teve de deixar falir os bancos e de limpar uma classe política e empresarial que tinha feito do país um local um Pólo Norte existencial.

Hoje a Islândia pode dizer que é um sopro de calor que vem do frio. E que mostra uma alternativa à política cega, surda e muda da troika que está a fazer do sul da Europa um laboratório onde o neutrão da austeridade choca com o protão do crescimento.

O camião de dinheiro que vai ser despejado, mais uma vez, na Grécia é mais uma ilusão de óptica. Há uma diferença fundamental entre o sul e o norte da Europa que não poderá ser resolvida por uma moeda comum.

O euro é um bezerro de ouro para alguns, mas começa a ser um pesadelo de chumbo para quem nunca conseguirá, a sul, um equilíbrio com o norte da Europa. De empréstimo em empréstimo e de recessão em recessão nunca haverá um crescimento capaz de pagar as dívidas acumuladas.

Sem competitividade fora de uma moeda comum começa a ser uma utopia para os países mais fracos saírem deste colete-de-forças tecido entre Bruxelas e Washington. Se a Islândia continuasse a fazer parte da UE seria hoje um gelado sem cor. Seria um local de dor. O drama da Grécia, pelo contrário, não é uma canção de Demis Roussos.

É uma recessão sem fim com dívidas que nunca se poderão pagar. Os políticos portugueses deveriam pensar nisso.»

Fernando Sobral, no Jornal de Negócios.

26 Fevereiro, 2012 22:32  
Anonymous Anónimo said...

Então, se era assim, porque não responsabilizam os autores dessa decisão fraudulenta e os metem na cadeia, juntamente com os criminosos que levaram o banco à falência?
A nacionalização foi votada no parlamento e nenhum partido teve a coragem de meter os encargos da nacionalização versus contribuinte.

27 Fevereiro, 2012 12:53  

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