16 Junho 2013

A Verdade dói, mas não mata.
A Mentira agrada, mas não cura...

Dezembro 2001
«Construir um Estádio Municipal, com Pista de Atletismo, com capacidade para eventos de projecção internacional»
in Programa da candidatura do PS, à Câmara Municipal de Évora

Dezembro 2003
«Em relação ao Complexo Desportivo Municipal avançar-se-á no próximo ano com a construção da Pista de Atletismo…»
Presidente da Câmara

Dezembro 2004
«São ainda grandes objectivos para 2005 (...) a concretização da primeira fase do Complexo Desportivo Municipal, com a construção da Pista de Atletismo...»
Presidente da Câmara

Maio 2006
«Câmara de Évora adquire nove hectares para Parque Desportivo Municipal»
Notícia na imprensa

Janeiro 2009
«Já há quatro candidatos para a realização do Complexo Desportivo Municipal…»
Presidente da CME

Outubro 2009
«O autarca de Évora assinou no passado dia 1 de Outubro a escritura de constituição da sociedade “ÉvoraRegis” que irá nos próximos anos construir, requalificar e gerir o Parque Desportivo Municipal e o Salão Central Eborense»

8 Outubro 2009
(eleições em 16 de Outubro)
«O Presidente da Câmara Municipal de Évora, José Ernesto D’Oliveira, juntamente com o vice-presidente, Manuel Melgão, e a vereadora Filomena Araújo, assistiram esta quinta-feira à apresentação pública dos projectos de obra que irão dar corpo ao futuro Parque Desportivo Municipal.
...
O Parque Desportivo Municipal de Évora terá, no seu exterior, um total superior a 700 lugares de estacionamento. No seu interior haverá oito pistas para a prática de Atletismo e dois campos relvados que permitirão a prática de futebol e de rugby.

Para além de bancadas, com capacidade para cinco mil espectadores, este empreendimento terá instalações sanitárias, bar, salas destinadas às associações recreativas, salas de imprensa, áreas VIP, lojas e outro tipo de facilidades, nomeadamente destinadas a cidadãos com mobilidade reduzida ou outro tipo de incapacidade física.»


29 Comments:

Anonymous Anónimo said...

A verdade? A verdade é que foram os eborenses que elegeram estes aldrabões do PS.
A verdade é que, vendo a porcaria que tinham feito da 1ª vez, os eborenses voltaram a eleger, outra vez, os mesmos incompetentes, corruptos e aldrabões.
A verdade é que os eborenses são uma cambada de estúpidos.
Têm a porcaria que merecem.

Carvalho

16 Junho, 2013 10:02  
Anonymous Anónimo said...

Quem é o senhor que está do lado direito, com o casaco na mao?

16 Junho, 2013 10:04  
Anonymous Anónimo said...

Carvalho a Presidente JÁ.

16 Junho, 2013 10:28  
Anonymous Anónimo said...

O Zé promessas...

Estes versos foram inspirados por ocasião da campanha eleitoral e feita uma tentativa de publicação local. O “velho do jornal” teve um ataque de ruindade e mandou estar a postos todas as tesouras da redacção.
Diga-se, em abono da verdade, que a moda foi cumprida pela segunda vez e Évora regalou os olhos com o desfile de “gajas boas”.
Quanto às outras promessas, assegura-nos uma fonte fidedigna, são para cumprir..., um dia destes...

Acordou a nossa Cidade
toda ela satisfeita.
O Zé garante qualidade
em cada promessa feita.
E ao cidadão : igualdade.

Os cartazes são bonitos
mas dou um conselho ao Zé :
Pr’a menos uns anitos
tem que comprar um boné.
Ou pintar os cabelitos!

Com um ar de mais novo
é o voto garantido.
Porque acredita o povo
que é muito favorecido
na água do Monte Novo.

E essa coisa da moda?...
Tanta falta cá faz!...
Dá na Cidade uma poda,
um outro ar, mais audaz.
Zé, és muito bom rapaz...

Mais a pista d’atletismo
pr’a nossa rapaziada.
E uma de ciclismo?
Duas duma assentada!
Viv’ó Zé do Socialismo...

O Tira Dentes

16 Junho, 2013 11:40  
Anonymous Anónimo said...

É no mesmo local onde o Abilio prometeu o mesmo

16 Junho, 2013 12:02  
Anonymous Anónimo said...

É da minha vista ou são dois estádios?

Num concelho falido, com dois clubes falidos, cada um com seu estádio, e mais um estádio novo, por usar, na Silveirinha, e estes canalhas ainda querem fazer mais dois estádios?

A roubalheira não tem limite?

Os malucos tomaram conta do manicómio?

16 Junho, 2013 12:38  
Anonymous Anónimo said...

Consta que o Melgão está agora empenhado noutra promessa e contratou uma equipa para projeto da pista de atletismo e rugby junto ao campo do Lusitano! É um promessas compulsivo este Melgão!Levem-no ao psiquiatra! O dinheiro da construção para o campo e appista de atletismo já foi sacado pelo Ruivo! O do desfalque das faturas das águas!

16 Junho, 2013 12:44  
Anonymous Anónimo said...

@12:02
Por favor não misture gente séria e honesta com os pantomineiros que há 12 anos estão a levar a câmara à ruína.

Para que se saiba e não confunda, aqui ficam os FACTOS:

1 - Por sugestão dos vereadores do PS (aceite consensualmente por toda a CME) aquele local foi escolhido - durante a revisão do Plano de Urbanização de Évora (PUE) - para instalar o Complexo Desportivo Municipal.

2 - A aprovação do PUE, pelo Governo, só aconteceu em MARÇO de 2000.

3 - Entre 2000 e 2001, a gestão liderada por Abílio Fernandes iniciou a elaboração dos projectos para a realização da obra. Quando terminou o mandato o Estudo Prévio estava concluído e em discussão.

3 - A partir de 2002 até agora, entrou a gestão PS. De lá para cá, já passaram 12 anos, e só temos um rol de mentiras. Mentiras tão escandalosas que até se deram oa luxo de colocar tapumes e fazer comunicados a dizer que AS OBRAS TINHAM COMEÇADO!

Com se vê, pelos factos Abílio prometeu e estava, entre Março de 2000 e Dezembro de 2001, a seguir os trâmites necessários à execução da obra. Não pode é ser responsabilizado pela gestão desastrosa que lhe sucedeu, da qual só ficam embustes e falsidades.

16 Junho, 2013 12:50  
Anonymous Anónimo said...

Quem é que ainda acredita nos políticos do bloco central?
Quem é que ainda acredita em aldrabões e gatunos reincidentes?
Quem é que ainda acredita em incompetentes, irresponsáveis e impunes pelos danos que causam ao estado e aos cidadãos?
Quem é que ainda acredita em partidos que candidatam gatunos, a contas com a justiça?

16 Junho, 2013 13:16  
Anonymous Anónimo said...

O brilhantina e o melgao vao construir tudo o que vocês querem ouvir...

16 Junho, 2013 13:35  
Anonymous Anónimo said...

No Brasil socialista, o povo é reprimido quando se manifesta contra o despesismo com os carnavais do futebol.

Aquele povo está a ficar inteligente de mais.
Remédio?
Gás lacrimogéneo e chicote contra a justa oposição popular.

Em Évora, o rei da especulação imobiliária, avaliador das finanças, braço direito do governo socialista, fez um estádio em troca dos valiosos terrenos do clube.
O estádio não serve para nada!
A câmara PS, quer fazer mais dois estádios, e mais um para o ragueby, que é o desporto favorito do parceiro do PSD.

O povo de Évora reage?
Sim!
O povo pega em bandeiras, vai às festas dos gatunos, e nas eleições vota nos criminosos.

16 Junho, 2013 14:39  
Anonymous Anónimo said...

Pensam que dia 29 Setembro aparece logo tudo construido?

Esperem sentados ...

Jorge

( ciclista )

16 Junho, 2013 16:05  
Anonymous Anónimo said...

Senhor Melgão não atire "areia" para os olhos dos Eborenses,aquilo que andaram a fazer este sábado na rua conde da tourega é gastar dinheiro e não resolve nada,atirar areia e cimento para a faixa de rodagem ,não passa de Obras de campanha.

16 Junho, 2013 17:04  
Anonymous Anónimo said...

O mesmo se passou na rua Mendo Estevens um piso todo esburacado,aquilo que foi feito não resolve o problema,andam a gastar dinheiro e não resolvem coisa alguma.

16 Junho, 2013 17:07  
Anonymous Anónimo said...

A MENTIRA XUXIALISTA


A requalificação da estrada que liga a rotunda do monumento ao bonbeiro até ao bairro da comenda,não passa de uma espécie de vereda,não ATIREM "areia" para os olhos dos Eborenses,tudo isto não passa de obras de MERDA,atirar dinheiro para rua em vésperas de eleições.

16 Junho, 2013 18:03  
Anonymous Anónimo said...

ALERTA !!!

Nos últimos dias tem Évora visto acontecer acidentes rodoviários na forma mais estúpida do ser humano .

1. Atropelaram no cruzamento de Guadalupe na estrada de Montemor um cilista de 26 anos .

2. Este Sábado pelas 11 horas mataram de forma mais explosiva um senhor de 80 e poucos anos no cruzamento de Valverde na estrada Alcáçovas .

3. Domingo , dois homens de 26 e 32 anos, morreram na madrugada de hoje na sequência de uma colisão de dois veículos ligeiros, no IP2, próximo de São Manços, concelho de Évora .

Para não ir mais atrás ...

Alerto o comandante da GNR de Évora para meter homens na estrada e não dar folga aos mesmos .

Não vejo aos fins de semana qualquer ativade no quartel da GNR de Évora .

Foram a banhos na praia ?

Embora estejam descontentes com o Governo , um dia pode ser os vossos filhos .


Apertem as multas à velocidade e ao telemóvel , e já !!!!

Jorge

( cilista )

16 Junho, 2013 18:30  
Anonymous Anónimo said...

Ó Jorge não pode ser olha que eles queixam-se ao SINDICATO!

16 Junho, 2013 20:32  
Anonymous Anónimo said...

Isto está mesmo mal.
Já o gatuno Alberto João Jardim se queixa que a Madeira está a ser roubada!

16 Junho, 2013 20:35  
Anonymous Anónimo said...

Os candidatos das várias forças politicas já foram apresentados,apenas o PS continua em conclave para decidir os candidatos.

16 Junho, 2013 21:16  
Anonymous Anónimo said...

Que é que diz o Súcia?

16 Junho, 2013 22:06  
Anonymous Anónimo said...

Claudia e Fernando Morgadinho os nomes da discórdia no PS,continua a guerra da constituição das listas,já todos os partidos fizeram a apresentação publica dos candidatos,na trav.da Alegria ainda não chegaram a acordo.

16 Junho, 2013 22:33  
Anonymous Anónimo said...

Só uma classe que recusou, como ultraje, a possibilidade de ser avaliada para efeitos de progressão profissional – isto é, uma classe de medíocres reivindicam o direito constitucional de ganharem o mesmo que os competentes – é que se pode permitir a irresponsabilidade e a leviandade de decretar uma greve aos exames nacionais. Nisso são os professores exemplares: transmitem aos alunos o seu próprio exemplo, o exemplo de quem acha que os exames, as avaliações são um incómodo para a paz de um sistema assente na desresponsabilização, na nivelação de todos por baixo, na ausência de estímulo ao mérito e esforço individual.
Mas a greve dos professores vai muito para lá deles: reflecte o estado de espírito de uma parte do País que não entendeu ou não quer entender o que lhe aconteceu. Deixem-me, então recordar: Portugal faliu. O Portugal das baixas psicológicas, dos direitos adquiridos para sempre, das falcatruas fiscais, das reformas antecipadas, dos subsídios para tudo e mais alguma coisa, dos salários iguais para os que trabalham e os que preguiçam, faliu. Faliu: não é mais sustentável. (…) Se alguém conhece uma alternativa mágica em que se possa ter professores sem crianças, auto-estradas sem carros, reformas sem dinheiro para as pagar, acumulando dívida a 6,7 ou 8% de juros para a geração seguinte pagar, que o diga.

Miguel Sousa tavares, Expresso 15 Junho 2013

16 Junho, 2013 22:39  
Anonymous Anónimo said...

O que se passa na actual ofensiva do Governo contra a função pública está muito para além da condição de se ser "funcionário público". O discurso do Governo - mais uma vez um discurso de divisão entre os portugueses, a que chamei e chamo "guerra civil" - pretende legitimar as suas acções como tendo a ver com aquilo que apresenta como "privilégios" dessa condição profissional. Os corolários são sempre os mesmos; está-se a atacar privilegiados, cujos privilégios são pagos pelos dinheiros dos contribuintes, em nome da "equidade". Se temos impostos altos é porque esta gente "do Estado" tem o emprego garantido, ganha mais do que os trabalhadores do sector privado, tem maiores reformas. Tudo em parte verdade, tudo em absoluto mentira.

Este discurso colhe, porque as sementes da cizânia pegam sempre em momentos de empobrecimento, em que a mais fácil das cegueiras é olhar para o lado e ver que o vizinho tem mais uns tostões do que eu e ficar fixado nessa socialização da inveja entre os de baixo, muito próximos em condição e dificuldades, em vez de olhar para outro lado, para o lado de onde vem a minha miséria e a do meu vizinho. Para o lado de cima.

O que se passa com a função pública é relevante para todos nós, como método, como sinal, e, infelizmente, como imoralidade social, rompendo um contrato social que é suposto ser o tecido da nossa sociedade em democracia, em que existem diferenças e diferenciações aceitáveis e outras inaceitáveis. É porque o Governo quer esconder as inaceitáveis que assume agora uma espécie de igualitarismo para os imbecis, proclamando-se de uma rasoira igualitária que serve para violar contratos e garantias, direitos e condições, em nome de um "dinheiro" que não há nestes casos e que parece haver sempre nos outros. Alguém disse esta semana, e bem, que nunca ouviu o Governo responder que "não havia dinheiro" para as PPP, nem para os contratos swap, nem para a banca, só para os trabalhadores e para os reformados.
(...)
Um dos aspectos mais inaceitáveis deste processo é o grau de dolo e fraude em que ele é feito. Repito-me, mas este é um dos aspectos mais repulsivos da actual governação. Todos os governantes juraram várias vezes, há dois anos, e há dois meses, que nunca haveria despedimentos na função pública, nunca haveria "mobilidade especial" para os professores, e que apenas quem quiser sair teria abertas as portas a "rescisões amigáveis". O que ofende mais a consciência comum é que as mesmas pessoas que usaram o "nunca", várias vezes e em contextos que não permitiam a ambiguidade, estão hoje na vanguarda de piruetas verbais mais obscenas para se desdizerem, parecendo aliás muito pouco preocupados com o valor da sua palavra.

Quando se justificaram, no passado próximo, muitas medidas de cortes salariais na função pública com o argumento de que podiam ser mais gravosas para os funcionários públicos, visto que eles tinham "a garantia do emprego", o que se estava a fazer era mentir a todos, como método de actuação. O mesmo dolo foi a "mobilidade especial" e agora a "requalificação" que não são mais do que classificações enganosas em burocratês para os despedimentos. O despedimento de funcionários públicos estava inscrito no código genético desta governação desde o primeiro dia. Escrevi-o na altura com absoluta certeza de que iria ser assim. E foi.
(...)
A razão pela qual o povo português parece ser mais "paciente" resulta muito simplesmente de que muitos têm medo de perder ainda mais do que o que já estão a perder. E como o discurso da divisão deixa cada um sozinho na sua fábrica, na sua escola, na sua repartição, o medo ainda é eficaz. Mas o medo é destrutivo da sociedade e da democracia, e dá saída apenas para o desespero, o momento em que as pessoas percebem que já não há mais a perder. E nessa altura o seu desespero não se verá em manifestações da CGTP ou dos "indignados".

José Pacheco Pereira

16 Junho, 2013 22:55  
Anonymous Anónimo said...

Existem responsaveis pela falência do País,não foram os trabalhadores que fizeram a divida mas sim aqueles que nos ultimos 25 anos andam no governo,na banca e nas grandes empresas,esses cavalheiros ROUBARAM o País,por isso ou pagam aquilo que ROUBARAM ou devem ir para a PRISÂO.

BPN/BPP/PPPs/EXPO/EURO 2004/Fundações/Empresas Municipais.....está AQUI o resultado da nossa falência,e não nas ditas regalias dos trabalhadores.

16 Junho, 2013 22:57  
Anonymous Anónimo said...

Os professores têm, possivelmente, uma das profissões mais importantes de qualquer sociedade. Porque são a base de tudo o resto. Para termos bons médicos, bons engenheiros, bons sociólogos, bons matemáticos, bons cientistas, em suma, bons cidadãos, temos que ter bons professores. Parece uma verdade de La Palisse, não é?

Mais: estes, os professores, têm que ter um espaço (físico e organizativo) onde possam desempenhar a sua função nas melhores condições. Com qualidade. Com eficiência. Já nem falo na situação idílica de serem acompanhados por outros profissionais que complementam a sua atividade, como psicólogos, técnicos de serviço social ou terapeutas da fala, para dar apenas alguns exemplos. Os gastos seriam muitos e o país, já se sabe, é pobrezinho e não pode desperdiçar recursos!!! Mas respeitar o trabalho de um professor é o mínimo de qualquer civilização que quer ter futuro.

Eu já fui professora. Já trabalhei com professores. Tenho professores na família e alguns dos meus melhores amigos são professores! Conheço, portanto, minimamente a realidade. Como em qualquer profissão, existem calões. Existem os que não querem trabalhar. Os que achavam que ser professor era ter obrigatoriamente um dia de descanso semanal, duas tardes livres e um horário de 22 horas semanais! Esse tempo acabou! E ainda bem! A dignidade da profissão docente assim o exige. Para com esses (e ainda são alguns) não tenho a mínima solidariedade. Se não querem trabalhar, há muita gente em casa que não se importava de estar no vosso lugar.

A minha solidariedade nesta luta dos professores vai toda para aqueles que gostam realmente do que fazem. Que respeitam os alunos. Que se preocupam em formar e informar as novas gerações e que têm a plena consciência de que aquilo que se está a fazer à classe docente, e por conseguinte ao ensino, vai além do aumento da carga lectiva ou da imposição da mobilidade. Aquilo que se está a fazer ao ensino é um atentado a Portugal. Estão-nos a cortar as asas. A impedir de sermos um povo livre. Porque a liberdade e a democracia dependem do trabalho de um bom professor. De uma classe que saiba ensinar, que oriente, que promova o enriquecimento através das diferenças e que ajude a pensar. Que ajude a pensar. E é isso que estes lobos assanhados que digladiam pelo poder não querem. Quanto mais manso for o povo, maior é o festim das bestas.

Como mãe, como cidadã e como livre pensadora, porque tive bons professores e um sistema de ensino que me permitiu formar como pessoa e como profissional, estou solidária com a luta dos professores.

16 Junho, 2013 23:01  
Anonymous Anónimo said...

A CORRUPÇÂO dos cavalheiros do Bloco Central nas Privatizações,os GRANDES AMIGOS do senhor silva com o BPN,o escândalo do EURO 2004,a EXPO e outros Negócios levaram o País ao Fundo,e não os MISERÁVEIS ordenados dos portugueses(média de OITECENTOS EUROS) e as reformas (média 300 e poucos euros).

16 Junho, 2013 23:04  
Anonymous Anónimo said...

23:01
Solidária com os professores que querem abandalhar o sistema?
Andarem a querer gozar com o Ministro e fazê-lo marcar os exames quando o Mário Nogeira quiser?
Impedir a avaliação dos alunos?
Para que passe toda a gente, alunos que sabem e alunos que não sabem?
Olhe Srª mãe, Srª cidadã, você é uma livre pensadora mas é à maneira do livre pensamento do falecido Dr Álvaro Cunhal.

16 Junho, 2013 23:20  
Anonymous Anónimo said...

E o que dizer da prometida legalização do Bairro do Bacelo/parte Norte, questão sempre pertinente desde o inicio do mandato, primeiramente pelo então vereador, Dr. Miguel Lima, que em reunião com os moradores, resolveu congelar um processo aprovado pela administração, então extinta, para anunciar a elaboração de um novo e mais justo projeto, e de forma célere, e urgente. Terminou elaborado mas concretizado; o assunto seguiu no Dr. José Ernesto, face à sua saída e atualmente no Eng. Melgão.
Conclusão: 12 anos de mentiras.
Inadmissível a irresponsabilidade pactuada destes senhores, perante este caso e para com os cidadãos, possibilitando irregularidades fiscais e sociais num dos maiores e mais antigos de Évora. Não se entende tamanha fraqueza e inércia, para quem assumiu a responsabilidade de governar, administrar e fiscalizar o nosso território concelhio, num momento como este, em que os cidadão são constantemente fiscalizados pela sua conduta e com efeitos retroativos. Esperamos que estes senhores no futuro também venham a ser julgados pela negligência e passividade, com que trataram este processo durante 12 anos, lesivo para as finanças públicas, pois permite que cidadãos residam nesta zona, sem imposição de taxas, ao contrario de todos os outros, numa espécie de "paraíso fiscal". Por outro lado, para autarquia foram efetuados gastos isolados e sem arbítrio, que deveriam ter sido tornados investimento, uma vez que, sem taxas urbanísticas, não haverá qualquer retorno, encontrando-se a rede de águas concebida, desativa. E só tem sido graças ao empenho e iniciativas particulares, ao longo deste tempo que o assunto não "adormeceu" definitivamente, numa qualquer gaveta ou arquivo de um dos tantos gabinetes onde nos dirigimos ao longo destes 12 anos; de forma insistente, apelativa - contudo indignada-, apesar de esbarrar sempre em pessoas de interesse desinteressado, que nunca mostraram sinais de dinamismo, nem de coerência, para assumir aquilo que deveria ser a sua obrigação, o combate ativo da ilegalidade e promoção da ordem e valores sociais, e com a agravante de terem conhecimento profundo da situação.
Incrível! Como ao longo deste 3 mandatos, não houve quem tomasse a livre iniciativa de resolver este processo, de uma vez por todas. É sintomático e conclusivo. É demonstração inequívoca da capacidade e empenho desta administração autárquica, que ficará certamente gravada na memória de muitos como a pior de sempre.

17 Junho, 2013 02:37  
Anonymous Anónimo said...

@02;37
Fala quem sabe.
Obrigado pelo testemunho.

17 Junho, 2013 08:39  

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